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RADIO DO AMIGO AEROMODELISTA

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Telemetria

A rápida evolução da tecnologia veio trazer para os modelistas em geral a possibilidade de monitorar as condições de funcionamento do modelo controlado em tempo real, ou seja, instantaneamente.Voltagem da bateria de bordo, consumo de energia dos servos, velocidade e altitude no caso dos aviões, e quaisquer outros dados produzidos dinamicamente são passiveis de serem visualizados a distancia  enquanto acontecem remotamente.Os primeiros sistemas de telemetria eram totalmente independentes do radicontrole e, por isso, necessitavam de um sistema de rádio (link) que colhesse os dados a bordo e os transmitisse para um receptor em terra, ainda no caso de aeromodelos.Esses sistemas precisavam ser bem escolhidos para que não houvesse interferência no radiocontrole do modelo, o que seria um desastre.  Com a progressiva utilização da faixa de 2.4GHz os sistemas de telemetria puderam ser melhor dimensionados e utilizar frequencias bem distantes dos rádios afastando a chance de produzir interferencias.Atualmente o baixo custo da tecnologia permitiu que a telemetria já venha "embutida" no próprio radiocontrole  formando um sistema fechado e de alta eficiencia onde os receptores possuem um micro sistema de transmissão e enviam para o rádio os dados dos sensores de bordo.O sistema é fascinante e muito perfeito mas esbarra num detalhe que muita gente não se dá conta: Como o piloto que está controlando o aeromodelo vai visualizar os dados da telemetria?Nos sistemas de FPV - Fisrt Person View - ou Vôo em primeira pessoa, o próprio  link de vídeo transmite os dados para o display dos óculos do piloto ( OSD - One Screen Display ) juntamente com o visual da câmera de bordo permitindo que o piloto visualize todas as informações sem tirar a atenção da pilotagem,Entretanto nos radiocontroles não existe a imagem de uma câmera, é a visão do próprio piloto que enxerga e modelo em vôo. Por isso é necessário a utilização de um display em separado ou do proprio display do rádio que alem das informações normais de funcionamento do rádio  precisará mostrar os dados da telemetria.Técnicamente isso é muito fácil de ser implementado, mas o que não é fácil é o piloto desviar a atenção do avião para olhar a tela, principalmente se esta contem muitas informações.Ora, então de que adianta disponibilizar tanta coisa na tela do rádio se isso tudo não puder ser observado pelo piloto?A solução encontrada pelos fabricantes foi disponibilizar sinais sonoros de modo que o piloto seja avisado de ocorrências que estejam acontecendo a bordo do avião.O rádios de ultima geração dispõe inclusive de várias mensagens pré-gravadas que são "faladas" pelo rádio na forma de "avisos". Entretanto como essas mensagens - ainda - são na língua inglesa, não facilitam muito para o piloto que não entende o inglês.Resumindo eu penso que o sistema de telemetria mais eficiente e barato é o sistema que emite bips de aviso, para informar que a bateria de bordo está com pouca carga e que o sistema de rádio está perdendo sinal. São as duas informações mais criticas que o piloto deve ter conhecimento enquanto estiver voando sem precisar desviar a atenção do avião.De nada adianta ter uma tela com um monte de informações se a sua visualização tornar o vôo inseguro.

O sistema AFHSS da Hitec

Muitos aeromodelistas que usam os rádios  Aurora 9 da Hitec tem dúvidas e outros sequer sabem o que significa o bind com SCAN disponível neste rádio.Utilizam o radio no modo Normal do jeito que foi configurado na fábrica sem saber que poderiam agregar maior confiabilidade ao rádio tornando-o menos suscetível a interferências. O sistema de modulação desenvolvido pela Hitec, o AFHSS - AFHSS Adaptive Frequency Hopping Spread Spectrum -  ou Sistema FHSS Adaptado, tem esse nome justamente porque não é um FHSS "puro" usado por outros fabricantes onde firmware do equipamento faz com que a transmissão do sinal esteja constantemente "pulando" de canal em canal dentro da faixa de 2.4GHz transmitindo apenas naqueles que não estão ocupados.A caracteristica deste tipo de modulação é que sempre que o sistema encontra um canal que está sendo usado, imediatamente pula para o próximo e assim sucessivamente até encontrar um canal vago para poder transmitir.Obviamente pela rapidez com que essa operação é feita, cerca de 2 ms, ou dois milionésimos de segundo, esses saltos de canal passam despercebidos para o usuário do rádio.No sistema  AFHSS da Hitec quando o rádio é ligado no modo NORMAL ele vai funcionar em 20 canais pré-definidos em fábrica.Cada vez que o transmissor e o receptor forem ligados serão usados sempre os mesmos canais previamente determinados dentro da banda de  2,4 GHz.Imagine agora que você bindou o receptor e fez todos os ajuste em casa e o sistema está funcionando OK, mas quando você liga o rádio na pista observa que os servos os servos tremem e se movimentarem aleatoriamente.
          Isso significa que outros canais em uso estão interferindo nos canais escolhidos pelo rádio. Canais em vermelho na figura abaixo.Então se você colocar o rádio no modo SCAN e ele vai escolher novos canais para usar evitando aqueles que estão sendo usados por outros sistemas, diminuindo a possibilidade de  interferência.Novos canais escolhidos pelo rádio em verde. Agora o sistema responde corretamente, sem problemas.
Se você mantiver o rádio operando no  modo SCAN, mesmo que você vá voar em outro local onde existam radios de 2.4GHz operando, o sistema irá se ajustar novamente para conseguir canais livres na faixa evitando interferencias.Sempre que o  radio for ligado ele vai fazer a escolha dos canais vagos e ajustar o  receptor para que ambos fiquem funcionando nestes canais. Daí vem o nome AFHSS (Adaptive Frequency Hopping Spread Spectrum) ou Sistema FHSS Adaptado.Mudando o sistema de SCAN para NORMAL, o rádio vai memorizar os últimos canais que foram escolhidos quando estava no modo SCAN e continuará usando eles.Radio operando no modo SCAN:
1. Se o radio for desligado com o sistema em uso, quando religado ele não vai linkar com o receptor até que o receptor seja desligado e ligado novamente.
2. Se, por outro lado, o receptor for desligado  durante a utilização, levará mais tempo para se conectar com o rádio do que o tempo gasto para se conectar se o sistema estivesse operando no modo Normal.
Radio operando no modo NORMAL:
1. Se o radio ou o receptor forem desligados, Após sere(m) ligados novamente a conexão será imediata.
2. No modo NORMAL a operação está mais sujeita a interferencias e cabe ao usuário fazer a escolha que lhe pareça melhor.Como mudar do modo NORMAL para SCAN.O ajuste padrão de fabrica é o  modo NORMAL. A troca para o modo SCAN é feita seguindo os passos abaixo:
1. Ligue o radio e o receptor e certifique-se que os dois estão funcionando corretamente.
2. Pressione e segure o botão do módulo do rádio até ouvir 1 bip, seguido de 2 bips, isso demora aproximadamente 6 segundos.
3. Solte o botão
4. Após 1 segundo será ouvido um bip e ambos os LEDs vermelho e azul ficarão ligados.
5. Desligue o receptor, então o transmissor.
6. Ligue o transmissor e o receptor
7. Verifique se ambos estão funcionando corretamente.
Como saber qual modo o sistema esta funcionando?
No modo NORMAL  somente o vermelho LED fica aceso no módulo do rádio e no receptor.
No modo  SCAN : tanto o LED vermelho como o  azul ficam ligados no módulo do rádio e no  receptor.
Sugestão de operação.
Se o radio for usado em um local onde estejam operando vários sistemas de 2.4GHz é aconselhável colocar  o rádio no modo SCAN, faça um vôo e certifique-se que tudo funciona corretamente, então, mude  para o modo Normal.Se você tiver mais receptores refaça o Bind dos demais  receptores para que todos fiquem utilizando os canais escolhidos no campo pelo modo SCAN.Como todos os rádios saem  da fabrica  operando sempre com os mesmos canais alocados na banda, figura abaixo,se muita gente na pista estiver usando o mesmo  padrão de canal, pode haver interferência. (extremamente raro, mas não impossível ).Usando o modo SCAN pelo menos uma vez o depois voltando ao modo NORMAL o rádio ficará operando em canais diferentes do padrão configurado na fábrica.aumentando a confiabilidade do sistema






nao use wd em partes de radio ou circuitos eletronicos

 Este desengripante multi uso muito conhecido de todos os profissionais e hobbistas tem sido a causa de inumeros problemas não só entre os
aeromodelistas, mas também entre os usuarios de computadores e outros circuitos eletrônicos, sobretudo os mais modernos que utilizam componentes SMD nas placas eletrônicas.Segundo a wikipedia ( http://pt.wikipedia.org/wiki/WD-40 ), o WD 40 foi desenvolvido por Norm Larsen (que então trabalhava para a Rocket Chemical Company) em 1953 para ser usado como eliminador d'água e anticorrosivo em circuitos elétricos. Inicialmente WD-40 fora usado para a manutenção e conservação de mísseis da NASA e na fuselagem de aeronaves. Mas não tardou e foram descobertos muitos outros usos para o WD-40.
WD-40 significa: "Water Displacement 40th attempt" (dispersor de água na 40ª tentativa ) Embora na sua embalagem diga que o produto Não é condutor de eletricidade isso não deve ser levado a sério quando se trata de circuitos eletrônicos principalmente receptores e servos de RC, porque uma vez que o produto é aplicado na placa esta nunca mais volta a funcionar!!! Talvez para os circuitos eletrônicos existentes na època em que o produto foi desenvolvido, os quais usavam componentes discretos e com outro tipo de montagem ( não SMD ), não houvesse problemas em aplicar o produto, ma atualmente a situação é diferente. Fica então o alerta a todos, aeromodelistas e hobbistas para que não utilizem o WD 40 sobre os circuitos.Se um receptor ou servo cair na água, retire-o da caixa e o coloque a secar por algumas horas no sol, na impossibilidade desta ação, seque com um secador de cabelo. Após secar, uma limpeza com um pincel e alcool isopropilico completam o serviço, é só deixar o alcool evaporar e montar o equipamento.Se a queda foi no mar, as placas devem ser lavadas com um pincel molhado em agua doce para retirar o sal, e após aplicar o procedimento acima.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

A antena

Na edição de Outubro/2001 da RC Modeler, o consultor técnico de R/C da revista, George Stainer, publicou um pequeno artigo sobre a influência do tamanho da antena do receptor no funcionamento do equipamento de R/C. Em seu relato, ele cita que muitos colegas que gostam de voar modelos muito pequenos tem problemas com o tamanho da antena do receptor, pois além de causar arrasto no modelo se ficar abanando na cauda, um movimento mais brusco pode fazer com que o fio seja apanhado pela hélice causando a queda do modelo. Os testes foram feitos de maneira empírica, ou seja, no campo porém com a utilização de aparelhagem específica para determinar as alterações na intensidade do sinal recebida pelos receptores. Foram utilizados equipamentos de R/C de todas as marcas porém sempre na faixa de 72 MHz.
Dobrando uma antena normal de 39" ( 1 metro aproximadamente ) de maneira que ela fique na forma de um "U" sendo que a parte maior fique com um comprimento de 20" (50 cm aprox.) e o resto do fio colocado paralelamente com um separação de 4" ( 10 cm), A recepção apresenta uma perda de 4% do sinal recebido.Cortando um pedaço de 3" ( 7,5 cm ) dessa mesma antena porém utilizando a mesma esticada normalmente a recepção não é afetada! Portanto se a antena do seu receptor tiver um pequeno pedaço cortado, não se preocupe o rádio vai continuar funcionando normal.Agora cortando novamente o fio da antena e deixando ele sómente com 21" ( 53 cm ) a perda de sinal é de 16%. Isso pode representar um problema quando se utiliza micro receptores, uma vez que tendo esses equipamentos a banda mais larga, alguns deles simplesmente deixam de funcionar se um pedaço da antena for cortado. Não esqueça que os dados obtidos nessa experiência dependem muito do ambiente em que esta instalada a antena
Finalmente se cortarmos um pedaço de uma antena normal de 39" reduzindo o comprimento do fio a 18"( 45 cm ) o receptor simplesmente deixa de funcionar.Por outro lado se enrolarmos uma antena normal ( 39") em um cartão de visita deixando sómente 18" de fio para ser esticado na fuselagem do modelo, teremos uma perda de sinal da ordem de 17%.
Por fim foram feitos ensaios com antenas encurtadas através de uma bobina de carga na sua base. Essas antenas são rígidas e tem o comprimento de 10" ( 25 cm ) sendo muito utilizadas em helicópteros. A perda de sinal na recepção é de 17%. Mesmo assim funcionam satisfatóriamente pois como se sabe a área de vôo de um helicóptero é bem menor que a área de uma aeromodelo.Convém notar que os teste acima foram feitos com a distância de 30 metros entre o transmissor e o receptor, ou seja, em condições normais que um aeromodelista deve testar o alcance do seu rádio. Salienta também o técnico, que os valores apresentados na redução do sinal recebido representam uma média de várias medidas com vários receptores e transmissores, o que significa que em condições especiais de instalação esses valores podem mudar tanto para melhor quanto para pior.
Resumindo.
Sempre que possível, utilize a antena normal que vem instalada no seu receptor, esticando-a totalmente no sentido HORIZONTAL ao longo da fuselagem do modelo, assim voce estará garantindo a melhor performance do seu R/C

UM POUCO DE HISTÓRIA SOBRE O RÁDIO CONTROLE

O que será citado aqui é produto de memória e não de pesquisa, portanto sujeito a erros, não graves mas sempre erros. Portanto desculpem certas falhas, mas é melhor isso do que nada. No inicio dos anos 50 uma pessoa de nome “Ernest Konrad” conseguiu montar um kit americano de rádio controle que funcionava, não lembro a marca. O avião era um Pipper Cub com 2,40 de envergadura de asas, de propriedade do Sr. Felice Cavalli.
Era possível se voar em Congonhas, não na pista principal mas na secundária que era chamada de 16. (?) A segunda pessoa que montou um rádio controle foi o Sr. José Mendes , e a terceira fui eu.Os rádios eram montados e não feitos e sempre foram, dado que os componentes eram importados todos ,donde, dizer que fez um rádio era pura mentira.
Falando em técnica da época, e vale a pena saber, para quem entende de radiotécnica, é um prato cheio. Os rádios eram da seguinte forma: Transmissor; normalmente usava-se uma válvula 3A5, que era um duplo triodo, com tensão de placa de 67,5 V e 1,5 ou 3 de filamento. Era um oscilador livre sem comando a cristal, e usava-se um circuito flip-flop como se fosse um multivibrador atual. A potência irradiada era da ordem de 3 Watts , a freqüência da ordem de 27,255MHz, não possuía modulação .
O sistema de transmissão era comutar a portadora, cada comando dava-se um pulso de RF (rádio freqüência ). Receptor: Era do tipo regenerativo, as válvulas mais usadas eram, RK-61 ou XFG-1, eram triodos a gás, muito sensíveis e seu ganho era enorme, ela estava diretamente ligada a um relê que marcou época era o Sigma 4F, era um relê ultra sensível, possuía uma resistência ôhmica da ordem de 5.000 e estava diretamente acoplado a corrente de placa.A tensão de placa era de 22,5V e de filamento 1,5 V. Vale a pena se lembrar que transistor era uma invenção nova e que não havia chegado ao mercado, era simplesmente uma novidade em estado de experiência. Os rádios não possuíam servos, o que dava o movimento aos lemes eram dispositivos chamados em inglês de “scapement”; esse dispositivo era composto de uma catraca de quatro tombos e cuja torção era tocada a elástico torcido o mesmo elástico que se usava na época para virar hélices de certos aeromodelos. Os primeiros rádios só possuíam um canal e não proporcional, era assim um pulso era direita ,outro centro outro esquerda, outro centro e assim sucessivamente. Era necessário ser bom de dedo para pilotar um aeromodelo. O comando era no leme de direção e não no aileron. A primeira loja a importar kits de RC (rádio controle) foi a Mobral era na Rua Marques de Itu, e não lembro o número; isto em 1954. Mobral era Modelismo do Brasil e não o malfadado movimento de alfabetização de adultos do regime de exceção. Eram da marca “Lorenz” ( made in USA) .Cheguei a montar alguns deles e todos funcionavam bem até a uma distância de 500 m . A partir de 1956 começaram a chegar ao Brasil rádios já prontos para se instalar e voar, haviam algumas marcas, a saber De Bolt , Babcock, Heat, Avionics e outros que não me lembro.A onda começou a pegar mesmo em 59/60 quando apareceram o primeiro proporcional de um único canal da Babcock, o Aristo Kraft com modulação em AM, o ED ( eletronics developments) era inglês, foi o primeiro rádio de três canais não simultâneos, com modulação em AM e com filtro de tom mecânico era “Reed Banks” sistema que pegou bem no mercado e durou até a entrada em operação do proporcional. Os alemães entraram com toda a força com um rádio mono e um tri-canal com uma inovação enorme, embora a válvulas, usavam pilhas comuns de 1,5V do tipo grande com 9 pilhas. O receptor usava 6 de 1,5 V da pequena e alimentava também os servos. Sua marca “Metz Mecatron”. Nos outros rádios usava-se 1 pilha para o filamento 1,5 V, uma pilha para a placa 22,5V e 4 pilhas de 1,5 para os servos ou catracas. Os alemães inovaram e venderam muito na época. Mas não sei porque sumiram do mercado.
Em 1957 eu pus o primeiro rádio em um modelo de barco, só controlava o leme e era com servo, copiado do Babcock. Em 1959 instalei um ED de três canais sendo dois para o leme, sim lógico, os rádios não eram proporcionais e assim não seria necessário a seqüência poderia se dar esquerda e direita quantas vezes fosse necessário. O outro era motor; liga e desliga. No inicio dos anos 60 começaram a aparecer os rádios de duplo comando ou seja já se podia acionar dois comandos de uma só vez. Possuíam de 6 a 12 canais não proporcionais. Os mais conhecidos eram Orbit, OS (japonês) ,e Kraft. Na mesma época a Babcock aparecia com o “galoping goast” foi o primeiro proporcional e ainda a válvula, logo em seguida passou a ser válvula na RF e transistor no áudio. O Kraft copiou mas o sistema não pegou porque comia pilhas; em 15 minutos ia um pack.Nos anos 68/70 apareceram no Brasil os primeiros rádios totalmente transistorizados e proporcionais sua marca “Bonner” USA, mais ou menos como os de hoje, com dois stics de uma função e em seguida o Orbit com um stic de três funções mais um botão não proporcional. O primeiro rádio com a conformação dos de hoje com dois stics de duas funções, e mais outros botões de funções proporcionais foi o Kraft. Foi o rádio mais usado na época. Custava caro, cerca de 600 US Dollar. Nessa época duas firmas tentaram vender rádios em kits para montar e era proporcional , eram a Micro-Avionics e a HeatKit, não colou em parte alguma do mundo e elas sucumbiram.Em 1970 apareceu o primeiro rádio Futaba, também na mão do Cavalli da Mobral mas ele não se deu conta de que tinha um quinhão na mão, lhe estavam oferecendo a representação para o Brasil.
Nessa época apareceu uma firma japonesa montando rádios no Brasil , era uma firma que montava rádios para automóveis seu nome não lembro, e seu rádio era o Sanwa japones. A Aerobras representava a OS tanto com motores como rádios, e no momento o quente era ter um Kraft. Futaba era um ilustre desconhecido. Com o passar dos anos , ou melhor após os anos 70 pouco ou nada se inovou nos rádios em comparação com os primórdios, sofisticaram e melhoraram as performances, mas em termos, são todos iguais desde então. A única inovação que realmente acho que valeu a pena é o PCM (pulse code modulation) , esse sim é um rádio micro processado que tem uma grande imunidade a interferência externas ou mesmo internas, não se livra de outro na mesma freqüência nunca, mas é bem mais confiavel do que qualquer outro rádio que já apareceu até o presente momento. Hoje em dia falar em rádio controle é falar em Futaba, os demais sequer eu sei o nome e se existem representantes no Brasil deles.

motor de aeromodelo parado a muito tempo

Por varias razões e motivos deixamos um motor parado por muito tempo, isto acarreta uma série de inconvenientes como anéis de segmento colados, rolamentos travados, biela presa e etc. Geralmente as peças ficam coladas pelo óleo que endurece, fazendo uma crosta nas peças. As vezes uma parte do óleo vira água enferrujando o pino da biela, eixo de manivela, rolamentos, camisa e etc. No caso dos rolamentos enferrujados, devemos trocá-los por novos, prestando atenção para o número do rolamento original e se possível da mesma origem de fabricação. Atenção para os rolamentos dianteiros que só devem ser blindados de um lado (o de fora e, em alguns motores, nem levam blindagem) porque o lado de dentro precisa receber lubrificação. Cuidado especial deve-se ter ao retirar os rolamentos que devem ser extraídos com “saca rolamentos”, ferramenta especial para não ferir a “cama” nem os próprios (nunca se devem dar pancadas). Para colocar o rolamento deve-se fazer um cilindro maciço de madeira, untar a cama e o rolamento por fora com óleo e quem tiver um balancê ou uma prensa pequena deve usar com o cilindro de madeira, empurrando o(s) rolamento(s) para o lugar. Para desmontar o motor, tomemos como exemplo um SUPER TIGRE 60 (careta).
Comece soltando o carburador, tomando cuidado com o anel de borracha de vedação do carburador com a carcaça do motor. Soltar os parafusos da tampa do cárter com cuidado para não danificar a junta; caso esta estrague, deverá ser substituída por uma nova. Soltar os parafusos do cabeçote e tirá-lo, no caso do Super Tigre deve ser colocada uma junta nova que é feita de chapa de alumínio, deve-se medir a espessura da chapa c/ um micrômetro (Pode-se fazer a junta com a chapa que vem sob a tampa das latas de leite em pó). Alguns motores usam junta de outros materiais, outros não levam junta. Para desmontar comece tirando a camisa do motor, que geralmente está presa, mas sai facilmente dando-se calor no cilindro uniformemente, o ideal é usar um maçarico de ourives (ar e gás). Aqueça uniformemente, com mais ou menos 90º, .. Quando a camisa começar a se deslocar, empurre-a de baixo para cima c/ um pedaço de madeira, assim que puder puxe c/ um pano e tire a camisa. Este motor tem um furo no cilindro, tira-se 1º o pino do pistão, porque senão a biela não sai do eixo) verificar a folga do pino com o pistão, limpar e desentupir o furo de lubrificação da biela, limpar bem a camisa por fora e a carcaça por dentro. Conferir os retentores do pino do pistão.
Montar o motor c/ muito cuidado, prestando atenção que a camisa, o pistão, o pino a biela e o cabeçote tem posição certa, quando separar o pistão da biela. tomar cuidado para não inverter nenhuma posição, se tirar o anel de segmento para limpar a base. não inverta a posição e a abertura do anel deve ficar exatamente na posição anterior. Se esse detalhes não forem observados, o motor pode perder a compressão. Coloque a tampa do cárter e o carburador assim que acabar de montar. Não aperte demais os parafusos. Botar o motor para funcionar em marcha lenta e ir acelerando gradativamente. Posteriormente reapertar os parafusos. Observação: Por se tratar de artigos complexos de mecânica fina, o ideal é que fossem feitas maiores explicações com detalhes e de preferência com aulas práticas, porque vendo com quem ensina e pegando nas peças as pessoas que estão aprendendo se sentem mais confiantes e seguras para fazer determinadas manutenções e troca de peças. Se faz necessário o uso de ferramentas especiais como, micrômetros, paquímetros, saca rolamentos e outras ferramentas de precisão É indispensável calma, paciência, mãos hábeis e, claro, coragem para abrir o motor

domingo, 17 de agosto de 2014

COMO ESTICAR A COBERTURA DE AEROMODELOS (COMO ESTICAR O MONOKOTE)

Os modelos ARF, feitos em massa, tem o monokote aplicado por maquinas e precisam
algumas vezes serem esticados para um melhor aspecto. Também as variações de umidade e
temperatura podem alterar a qualidade da cobertura, deixando-a frouxa. Para você consertar isto
não esqueça que você não deve somente esticar com o ferro quente a parte enrugada. Você deve
fazer um esticamento em todoa a cobertura como explicado a seguir.
Alguns modelos são embalados com fitas adesivas segurando diversas partes juntas. Tire
estas fitas, separe as partes, e limpe com um papel toalha com solvente(fluido de isqueiro,p.ex.)para
tirar qualquer resíduo de adesivos que possam ficar. Um removendo de SupeBond também pode ser
usado para remover algum resto pode ser usado depois do monokote esticado par tirar algumas
manchas, principalemtne de tinta ou adesivos decorativos.
Você deve usar um ferro elétrico próprio para esticar monokote com um protetor de tecido sobre a
face quente. É recomendável o ferro Coverite(COVR2700) porque ele tem o formato de um sapato
e tem um bom controle de temperatura e um cordão longo. A capa de pano na chapprotege o
monekote e a balsa, mas o mais importante é que o tecido distribui o calor na chapa do ferro de
forma mais uniforme. Esta capa tem o código COVR2702.
 Em seguida você deve ligar o ferro e colocar na temperatura adequada para o tipo de cobertura que
você tem no seu modelo. O TopFlite Monokote exige uma temperatura de 160 graus centigrados na
regulagem do ferro, o que deverá dar na chapa quente uma temperatura de 140 graus centigrados.
(Considera estas diferenças para outros tipos de ferro).  Se você tem um ferro sem marcação de temperatura você deve experimentar qual é a temperatura
ideal de trabalho, por tentativas. Para um bom trabalho deve-se trabalhar com a maior temperatura
que o monokote aquenta; esta temperatura não deve permitir que o material grude no ferro ou forme
bolhas na superfície, sobre cobertura de madeira. Procurando este ponto coloque o ferro em uma
temperatura de baixa para media e passe o ferro em partes que tem madeira embaixo, como por
exemplo as parter de baixo da fuselagem. Se aparecer bolhas o ferro esta muito quente. Deixe
menos quente ate que o monokote se estique bem, sem formar bolhas.
 Se não formar bolhas tente aumentar um pouco a temperatura e vá ajustando assim ate você
conseguir a maior temperatura sem bolhas, que é a ideal de trabalho. Ai o monokote estica o
máximo, não descola e não forma bolhas. Achando esta temperatura você esta pronto para começar.
Você tem trés objetivos: 1. Eliminar partes enrugadas.
 2. Esticar áreas com a cobertura frouxa(mesmo que não existam rugas
visíveis.
 3. Em partes chapeadas e de madeira plana, firmar bem o monokote
sobre a superfície da madeira*. Para alcançar estes três objetivos você tem que esticar o monokote
de TODO o modelo, mesmo aquelas áreas onde o monokote não tem rugas ou não parece frouxo.
Em um modelo de tamanho médio você gastar pelo menos uma hora para isto.
 * Mesmo que você não veja rugas ou a cobertura pareça bem esticada, não deixe de fazer este
item três. Todas as partes chapeadas dever ter o monokote esticado. Se não fizer isto, com o calor
do sol, podem aparecer bolhas nas partes chapeadas que depois viram rugas.
Para começar, use um pouco de pressão, assentando o ferro em uma posição e deslize para
os lados por uns 8 a 10 cm para cada lado. Quando você perceber que o monokote esta bem esticado
ai, continue movendo o ferro no mesmo lugar de modo que o adesivo grude bem na madeira – para
isto use um pouco de pressão e também ai o pano que encapa o ferro vai evitar queimar; sem a
cobertura o ferro poderá grudar no monokote e estragar tudo.Fig5
 Quando você sentir a textura da madeira sobre o monokote ele vai esta bem aderido e você pode
passar para outra área. Mova o ferro para a área seguinte e continue o mesmo processo, ate que
todas as áreas chapeadas estejam esticadas e bem coladas na madeira. Sempre acompanhe a
temperatura do ferro para não criar bolhas; passe mais rápido ou diminua a temperatura(desligue).
 Quando você passa sobre áreas sem madeira embaixo (vão das nervuras por ex.), não exerça
nenhuma pressão no ferro quente.
 Caso você não consiga eliminara bolhas com ferro, faça pequenos furos sobre elas e faça o
processo de esticamento novamente. Algumas vezes as bolhas aparecem devido resinas da madeira
ou cola que com o calor formam bolhas.
Fig 6
Para esticar áreas sem apoio de madeira(vão entre nervuras) não aplique pressão para evitar
o afrouxamento maior da cobertura. Se possível faça um apoio com as mão na parte interna ou
procure esticar o vão nos seus pontos de apoio. As vezes nestas áreas é preciso aumentar um pouco
a temperatura do ferro. Em ultimo caso use nesta partes abertas o ferro sem a proteção de tecido,
inicialmente, e depois de um esticamento final com a proteção.
Fig7 Para esticar o monokote em áreas estreitas e pequenas sem apoio, o monokote deve estar
firmemente colado nas extremidades destas peças (leme, elevador ou modelos pequenos) em toda a
volta de sua estrutura (das varetas por ex.). Para isto a cobertura deve ter um bom pedaço de
sobrecobertura nas beiradas. Sem isto ela pode se soltar. Use o ferro com cobertura de tecido para
colar bem o monokote nestas beiradas e extremidades. Verifique que a cobertura fique bem aderida
ai. Fig 8
 Também pequenas partes não devem ficar com ar no interior. Quando aquecido este ar vai expandir
e frouxar a cobertura. Use um alfinete para furar estas bolhas de ar. No caso do espaço entre
nervuras se for preciso fure pelo lado de baixo da asa.
Fig 9
 Depois que o monokote estiver bem colado na estrutura, em ar dentro, você pode esticar bem a
cobertura. Pode tirar todas as rugas e deixar a superfície bem esticada, ate com ferro sem proteção.
Mas não faça isto se as beiradas não estiverem bem aderidas, o que foi feito anteriormente.








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HISTORIA DO AEROMODELISMO

História do aeromodelismo no Brasil O aeromodelismo surge no Brasil no fim da Década de 30 Logo a imprensa e curiosos começam a chamá-lo de esporte-ciência Pois naquela época a tecnologia era bastante primaria e não existia o radio controle Os modelos eram todos de vôo livre e o grande desafio era manter o modelo o maior Tempo possível em vôo Havia os Planadores, os modelos a elástico e os com motores a explosão a gasolina, com um sistema obsoleto que utilizava uma bobina de alta tensão, pilhas para o sistema de ignição e velas automotivas. Modelos com motores a elástico eram os mais visados e baratos por isso tinham mais adeptos, pois com o começo da 2° guerra mundial em setembro de 1939 os motores a explosão sumiram de vez após os EUA entrarem no conflito, havia varias categorias de modelos a elástico, sendo a mais famosa a wakefield. Nessa época no Brasil o Jornal A GAZETA instituiu um troféu para os modelos de 1,000 cm ²de área alar que ficassem mais tempo no ar que foi disputado por vários anos Com algumas provas tendo mais de 50 inscritos Os modelos com motor a explosão eram divididos em categorias distintas e por classe Tínhamos a classe “A” para modelos com motores até 0,19 pol ³ “B” para modelos com motores até 0,20 a 0,29 pol ³ “C” para modelos com mais de 0,30 pol ³ O tempo de funcionamento dos motores era limitado a 20 segundos e era controlado por um timer Pouco se sabe do aeromodelismo em outros países nessa data e a única revista dessa época era a model airplane news que foi a pioneira e existe até hoje No Brasil, durante a guerra as disputas e provas eram realizadas com grande freqüência E eram muito prestigiadas pelo ministério da aeronáutica Não havia aeromodelistas profissionais e nem mecânicos e montadores Todos os participantes ajustavam e construíam seus modelos Todos praticavam o esporte pelo esporte. Depois do Término da guerra começaram a aparecer os primeiros rádios que eram de um só canal, na grande maioria das vezes montados pelo próprio entusiasta, como o radio tinha um sói canal, só se comandava o leme e para descer o leme era acionado fazendo assim o modelo perder altitude e vir em espiral até o chão Começaram a aparecer então dispositivos que permitiam 2 velocidades no motor Uma acelerada e outra afogada comandadas por um só canal com uma catraca movida a elástico Ray Arden nesta época já havia inventado a vela glow plug ( vela de filamento incandescente ) e os motores gigantescos e desengonçados com suas bobinas , condensadores , e baterias de vôo desapareceram do mapa , a gasolina foi substituída pela mistura metanol e rícino , que era feita pelos próprios modelistas , nas proporções indicadas . Na Década de 60 finalmente começaram a aparecer os rádios multicanais que eram Comandados pela ressonância de pequenas laminas de metal que ao vibrarem a certo tom emitido pelo radio tx ou transmissor fechavam o circuito para um determinado comando, para dar leme para direita, uma ressonância era dada e para esquerda outra, assim sendo com os demais comandos, que para ter um simples radio com 4 comandos precisavam de 8 canais de radio Os comandos eram do tipo BANG-BANG, ou seja, Tudo para um lado, no meio e tudo para o outro lado Não havia meio termo e não tinham posições intermediarias

RADIO CONTROLE

Rádio Controle Os transmissores de rádio podem ser FM ou AM, de 2, 3, 4 ou mais canais, simples, com mixagens ou computadorizados. São muitos detalhes, por isto coloquei aqui um pequeno resumo. Um bom começo é comprar um rádio simples de 4 canais, é barato e suficiente para muita diversão durante um bom tempo. Se a verba for suficiente, ou como uma evolução depois de aprender a voar e conhecer melhor o hobby, um rádio de 6 canais computadorizado com mixagem e memória é excelente. Pretendo comprar um um dia, mas sem pressa. No Brasil a faixa de freqüências homologada para controle remoto são 72Mhz (para aeromodelos) e 75Mhz (para veículos de superfície - carros ou barcos), portanto quando for adquirir um equipamento, procure comprar na faixa de 72Mhz, isto te evitará muitos problemas futuros com interferência, e acidentes, além de garantir a disponibilidade de acessórios. Modulação Existem dois tipos básicos de modulação de rádio para modelismo: AM e FM. Cada canal do rádio é enviado como um pulso de largura variável. Quando o canal está no mínimo a duração do pulso é de 1ms e quando o canal está no máximo é de 2ms. Entre cada pulso existe um intervalo de 1ms. Após o último canal é feita uma pausa, que indica para o receptor que os canais acabaram. Esta codificação é chamada de PPM. Os rádios AM utilizam uma única freqüência, que é ligada ou desligada de acordo com os pulsos. É diferente do AM utilizado para transmissão de voz, onde existem níveis intermediários, portanto rádios AM para modelismo não são tão ruins quanto radinhos de pilha comuns. Como o circuito do receptor AM é menor que os FM, o receptor fora da caixa pode ser leve o suficiente para ser utilizado em aviões elétricos, dependendo do projeto. O maior problema dos rádios AM é a compatibilidade, pois é difícil de encontrar receptores AM avulsos e principalmente microreceptores. Os rádios FM utilizam uma freqüência quando transmitem o pulso de controle e uma freqüência diferente nas pausas. São os mais comuns para aeromodelismo, portanto recomendados se você pretende comprar vários receptores para ter vários modelos ao mesmo tempo. FreqüênciaO padrão de rádios para aeromodelismo é a faixa de 72Mhz. Dentro desta faixa existem vários canais. Recomendo verificar com o pessoal de sua região quais canais já são usados e comprar um diferente. Isto não é tudo, verificar se tem alguém na freqüência antes de ligar o rádio é uma regra de segurança essencial, mas usar um canal que ninguém mais tem é uma segurança e conforto adicional. CanaisPara ter um controle preciso e ficar com os comandos no lugar correto o melhor é ter um rádio de 4 canais, ou mais. Apesar da maioria dos modelos usar apenas 3 canais, estes tipos de rádio às vezes têm os comandos em posições fora de padrão (por exemplo, profundor no stick esquerdo, que geralmente é motor). Isto deixa os controles mais confusos e menos intuitivos. Como a diferença no preço do transmissor não é tão absurdamente grande, melhor comprar um rádio que dure mais tempo. MixagensEm alguns casos dois canais do rádio precisam acionar dois comandos em conjunto. Os exemplos mais comuns exemplos destas mixagens são a cauda em V e Elevon (usada em modelos sem cauda, em que as superfícies da asa agem como aileron e elevator). Os primeiros modelos serão treinadores e geralmente não precisarão de mixagem. A maioria dos aviões escala também funcionarão com o rádio sem mixagem. Se você decidir construir um modelo que precise de mixagem e o rádio não tiver esta função a opção será comprar ou fazer um mixer separado, para usar no modelo. MemóriaRádios computadorizados (por exemplo os Futaba 6XAS e 6EXA) entre outros recursos têm memória que permite armazenar a configuração e ajustes de diversos modelos. Para quem tem vários modelos com vários receptores isto pode ser bastante útil. Como por enquanto só tenho um receptor, para trocar de modelo tenho que tirar o receptor, speed control e servos de um modelo e colocar no outro. Demora cerca de 10 minutos, então gastar 1 minuto a mais configurando o rádio não chega a ser um problema. Receptores Os receptores de rádio devem ser compatíveis com o transmissor. Os receptores AM são praticamente todos compatíveis. Para os receptores FM, basicamente existem 2 padrões, o Futaba e o JR. Para a maioria das aplicações 4 canais é o suficiente. Se você quiser usar trem retrátil ou flaps, serão necessários 6 canais. Alcance Os receptores tamanho normal geralmente têm alcance de 1500m, mas geralmente são pesados demais para modelos elétricos. Existem receptores da Berg e de outros fabricantes que têm grande alcance, pequeno peso e tamanho e boa imunidade a interferências, mas são mais caros. Para começar, um receptor da GWS é mais que o suficiente. Os microreceptores geralmente têm alcance de até 300 metros. Na linha GWS, os mais comuns são: R4P: Pico-receptor de 4 canais, pesa menos de 5 gramas e tem alcance de 150 metros. É o que eu uso. Apesar de 150 metros parecer pouco, é mais longe do que se pode enxergar o modelo, e a não ser que se pretenda voar planadores grandes ou modelos maiores que 1m é o suficiente. R6N: Nano-receptor de 6 canais, pesa cerca de 8 gramas e tem alcance de 300 metros.

trem de pouso(dicas de instalaçao)

Trem de pouso modelado com vareta de aço 2 mm e rodinhas de espuma.Distancia aproximada entre eixos: 16cmTamanho de cada haste: 7cmDiâmetro das rodas: 4cm
Dicas de posicionamento:Para os aeromodelos com bequilha, posicionar o trem aproximadamente 2cm a frente do centro de equilíbrio.Para os aeromodelos com triquilha, posicionar o trem aproximadamente 2cm atrás do centro de equilíbrio.

DICAS DE AEROMODELISMO


Dicas de Aeromodelismo
Frederico Issao Farias Kishi é membro fundador da Associação de Aeromodelistas de Petrolina, que encontra-se em fase de estruturação.
Esta associação de aeromodelistas pretende desenvolver um belo trabalho de disseminação e popularização do aeromodelismo, ajudando iniciantes no hobby e jovens sem condições monetárias a aprender os segredos de pilotagem e montagem dos modelos.
De muito boa vontade e visão, Fredkishi (como Frederico se identifica na internet) resolveu colaborar com algumas dicas de aeromodelismo, resultado de suas pesquisas de materiais e técnicas. Esta é uma iniciativa que visa ampliar os horizontes do projeto de disseminação do aeromodelismo tocado pela Associação de Aeromodelistas de Petrolina, rompemdo os limites de sua cidade sede e alcançando modelistas em todo o Brasil.
Seguem suas dicas:
Dica 01: Acabamento com epoxi rápida...
Ao usar araldite Hobby 10 minutos acrescente sempre 15% a mais de resina do que endurecedor. Priemiro que fica bem mais rigido e seguro. Segundo que para fazer o acabamento é bem mais fácil de lixar.
Dica 02: Varetas de freijó...
O emprego de varetas de freijó na extrutura de longarinas da asa e na fuselagem garante um acabamento e rigidez de primeira. Ela é leve, maleável, resistente a torções e fácil de trabalhar.
As dicas anteriores fazem parte de uma serie de testes que Fredkishi faz na construção de aeromodelos.
Dica 03: Dope Alternativo...
Compre laca( Vendida nas lojas de tintas e materiais de marcenaria) e acrescente à mesma uns 50 gramas a mais de goma laca. Misture e pronto. É excelente para tampar poros.
Em ref. ao DOPE: Usa-se este material em entelamentos e como tampa poros, podendo ser usado junto com talco ou pó de balsa, para este fim. Para o preenchimento de pequenas aberturas que não requerem esforços, pode-se misturar maizena à mistura.
Dica 04: Aprendendo a fazer seu proprio modelo...
Esta dica fala sobre proporções, distribuição de peso, vôo e impulsão de um modelo catapultado.
Talvez você necessite ter uma planta, ou pelo menos uma ideia, mas construa um modelo de balsa 1/16 para as asas e 1/8 para fuselagem (expessura da madeira), pequeno, na escala de 1:100 e mais ou menos com 20cm de envergadura. Teste-o como planador. Respeite uma distância de 1/2 da sua envergadura a distância entre o bordo de fuga da asa para o bordo de ataque do profundor. O tamanho do profundor será 1/3 da sua envergadura e 1/2 da corda da asa será sua largura. Trime-o a 1/3 do bordo de ataque da asa e coloque chubinho no bico para seu balanceamento. Acrescente no final 5% a mais para seu planeio de 45 graus.
Teste o modelo no seu quarto e acrescente mais um chubinho se for preciso.
Faça na area de CG um pequeno palito de bambu em 45 graus inverso. Este será seu lançador... Prepare seu estilingue com uma pequena madeira de 20cm de comprimento por 2cm de largura e 1 cm de espessura. Faça um furo e acrescente um elástico entrando pelo furo e passando pelo laço do elástico.
Vá pro campo de mais ou menos 40 metros de raio e veja a posição do vento. Arremesse o modelo num ângulo de 60 graus pra cima. Bons vôos!
Obs: As medidas de expessura sugeridas em frações normalmente referem-se a frações da polegada.
Dica 05: Epoxi rápida
Bom para o Araldite 24h ficar mais rápido ou seja colar em 5h acrescente um pouco mais de endurecedor 10% a mais e deixe a peça a ser colada por 1h na geladeira ou frezer o frio, o endurecedor e a umidade vai acelerar o processo.
Dica 06: Para proteger o local do tanque contra o ataque do alcool e oleo...
Basta dissolver uma parte de araldite 15 minutos com acetona, na quantidade suficiente para passar em todo local desejado e manusear por toda superficie. Passe com um pincel de sedas macia, vai ficar um espetáculo
Dica 07: Cianoacrilato lento...
acrescente um pouco de bicarbonato de sódio ao mesmo.
Dica 08: Disco de corte alternativo.
Muitos aeromodelistas usam a Dremell para construir e consertar seus modelos de plasticos ou kits. O uso de brocas e discos de cortes são frequentes. A compra destes exige o desembolso de R$ 10,00 ou mais a depender da sua utilização. Quer gastar R$ 1,00 num disco de corte de 1 polegada de diâmentro, feito de aço e com precisão de milimetro de espessura?
Vá uma loja de briquedos importados da china, estas lojas de um real. Lá, procure uns carrinhos de fricção feitos de latão. Bom, desmonte o carrinho para apenas utilizar duas engrenagens de aço que existem para acionar a fricção das rodas e helices. Ganhou dois discos de aço para sua Dremell por R$ 1,00.
Fredkishi fez testes de rigidez e registencia. No quesito segurança recomenda o uso para balsa de qualquer espessura, compensados de até 10mm, usar em dremell com o pino que é usado para os discos de corte e deve-se travar com a ferramenta recomendada que já vem na dremell. Até o momento em que me enviou a dica ele apenas precisou trocar por desgaste (ou seja, não enfrentou quebras). Deve-se obrigatoriamente usar OCULOS DE PROTEÇÃO e não cortar metal e derivados (pois o disco não é próprio para isso).
Eu acrescento que é também interessante procurar discos de corte de outras marcas que não a dremel. Em algumas lojas pode-se encontrálos a preços bem mais acessíveis, mas lemvre-se que quebram mais fácil e desgastam rapidamente. Os discos alternativos de Fredkishi podem ser uma opção muito melhor para cortes leves, pois são mais difíceis de quebrar.
Dica 09: Onde comprar discos e brocas diferentes...
Comprar discos de corte em lojas especializadas em material odontologico. Lá encontraremos brocas de tungestênio, discos de varios tamanhos, pedras de esmerilharmento de diversos granulos e a mais variadas formas de florar ideias.

CUSTOS DE MONTAGEMS

Quanto custa? Esta é uma pergunta que sempre me fazem. Para facilitar, fiz uma estimativa dos ítens necessários, que procuro manter atualizada. O que escolhi para esta lista são equipamentos padronizados, de boa qualidade, e que possam ser usados nos modelos futuros. Assim como existem vários tipos de avião, aeromodelos, elétricos ou não, também têm várias modalidades. Existem modelos acrobáticos, motoplanadores, modelos para voar em locais fechados, etc. Mas assim como um piloto de jato aprende a voar inicialmente em aviões pequenos, o primeiro aeromodelo deve ser simples, feito para aprender (que chamamos de treinador). Depois de aprender a pilotar pode-se partir para as outras modalidades bem mais facilmente,isto é, sem o risco de comprar um aeromodelo acrobático belíssimo e muito caro e destruí-lo no primeiro vôo. Para isto costumo sugerir um conjunto que, apesar de não ter o melhor desempenho possível, permite aprender a voar e a montar aeromodelos elétricos e se divertir muito. Depois que de aprender a pilotar geralmente se sente vontade para fazer ou comprar modelos melhores, baterias de duração mais longa, motores mais fortes, mas neste ponto já se tem noções suficientes para escolher o equipamento que melhor atenda ao tipo de avião que se gosta, sem entretanto desperdiçar os equipamentos do primeiro avião. A lista abaixo contém sugestões de equipamentos voltados para um modelo treinador elétrico entre pequeno e médio. Os preços são aproximados, mas servem para ter uma boa idéia do custo para iniciar no hobby. Foram calculados para um modelo para aprendizado, com envergadura entre 100cm e 120cm, com peso de 300g a 600g, comprando os ítens em lojas com boa média de preço. Devido ao aumento de preço de alguns ítens e à troca por alguns equipamentos de melhor qualidade, o total da lista subiu um pouco de valor, mas são equipamentos muito mais duráveis e de melhor qualidade, que podem ser usados em uma gama muito maior de modelo. Este conjunto é o que tenho utilizado e é adequado ao Piper Cub do tutorial, além de ArrowSonde, Buster e a outros modelos na mesma classe de peso. Nesta lista só constam equipamentos que já testei pessoalmente e que portanto posso assegurar a qualidade. Alguns ítens existem em várias lojas. Para o pessoal de SP os fretes não pesarão tanto e pode-se comprar em várias lojas, mas dependendo da distância, recomendo analisar o custo de frete, eventualmente concentrando em uma única loja para evitar gastos desnecessários com SEDEX. Planilha de custos Descrição Marca Fornecedor Preço un. Qtd. Preço total Transmissor de rádio 2,4GHz com receptor Airtronics Asas Eletricas 235,80 1 235,80 Kit Slow Stick GWS RCtech 173,00 1 173,00 Servos de 9g Emax AsasEletricasRCtech 16,00 2 32,00 Combo de motor 2822 + ESC + adaptador + hélice Emax GPwings 75,00 1 75,00 Bateria LiPo 11,1V/1300mAH Hyperion RCtechAsas Elétricas 66,00 1 66,00 Carregador de bateria iMax B6 iMax Aileron 165,00 1 165,00 TOTAL aproximado

DICAS PARA INICIANTES

Como iniciar no aeromodelismo Ainda sou um iniciante de aeromodelismo, tenho muito que aprender, mas o que descobri até agora já é o suficiente para construir meus próprios modelos e voar. Desde criança tenho vontade de ter um aeromodelo, mas sempre me desanimei achando que seria muito caro e difícil, e que qualquer erro de pilotagem terminaria em prejuízo. Um dia, navegando no site http://www.howstuffworks.com/ (recomendo acessar, ensina com bons detalhes como funcionam muitas coisas interessantes), vi na seção de "gadgets" um B2 da Megatech, todo feito de espuma e um motor speed 400. A descrição de sua resistência me animou, mas o vôo ainda parecia muito rápido. Comecei a pesquisar o assunto. Conheci o site E-vôo, e fiquei animado com os modelos de isopor e depron. Depois de muita pesquisa, optei por pilotar aeromodelos elétricos, por causa de suas vantagens: São mais leves e, portanto, mais seguros. Não existe perigo de causar danos pessoais ou a materiais; Não tem nada para limpar depois do vôo, posso deixar o avião no porta-malas do carro a semana toda e voar 1 hora na quarta-feira à noite depois do trabalho; Posso voar perto de casa ou do trabalho, não preciso procurar pistas grandes; Não tem preocupação com combustível tóxico; Modelos de isopor ou depron são rápidos para montar e suportam quedas sem grandes danos. Pesquisei algumas lojas e passei um tempão sem saber se comprava um kit RTF ou tudo separado, se rádio de 4 canais servia ou precisava de 6, se era melhor kit de isopor (mais resistente) ou balsa (mais leve). Como estava com pouquíssimo tempo por causa do trabalho e não ia conseguir ir nem ao Pacaembu, comprei um Megatech X-EC e passei a voar nos jardins do museu do Ipiranga. Foi um brinquedo legal, mas muito limitado. Continuei juntando informação e comprei um transmissor, motor, hélices, flight-pack, depron, isopor, até começar a montar aviões e pilotar. Todas as peças têm um peso, um preço, uma capacidade diferente. E tudo isto precisa ser ponderado para a experiência não terminar em frustração. Com muita ajuda dos amigos do forum do e-voo consegui passar por tudo isto e montar alguns modelos que voaram e me deixaram muito satisfeitos. Primeiro precisei não acreditar em preconceitos dos aeromodelistas Glow. Alguns lojistas tentaram me empurrar um modelo glow para aprender com um instrutor. Isto é besteira, é fácil aprender a voar um aeromodelo elétrico sozinho, treinando no simulador e com algumas dicas dos outros pilotos no dia do vôo. Basta usar um modelo lento e estável. Meu primeiro modelo foi o Frog, que acabou sofrendo por alguns erros básicos como ficar muito pesado e usar uma bateria que não dava o rendimento necessário. Voltando para casa depois do vôo do Frog, passei na frente de uma loja de pesca. Resolvi entrar e perguntar por varas baratas para tirar os gomos. O dono me mostrou alguns potes com centenas de gomos de diversos tamanhos, expessuras e materiais. Acabei comprando um gomo de fibra de carbono e um de fibra de vidro. No mesmo dia o gomo de fibra de carbono serviu de cauda, alguns restos de isopor formaram a fuselagem e o gomo de fibra de vidro foi a longarina para uma asa poliédrica de pluma 3mm e deprn 2mm, mas agora com um perfil grosso. No dia seguinte de manhã já estava pronto, desta vez com 400 gramas. Depois de lincado e acertado o CG não me contive e apesar de não ter ninguém para me ajudar no vôo inaugural, foi para a praça mais próxima, liguei o motor e lancei. Funcionou, o modelo saiu voando reto e subindo a 20 graus. Deixei ganhar altura e comecei a me aventurar com os sticks. Curva para a esquerda, perdeu altura, cabra um pouco, faz curva nivelado. Estava tudo indo bem até que acertei um poste de frente. O eixo da redução entortou um pouco, mas o resto estava bem. O teste de resistência estava feito. Nada pior que isto podia acontecer, perdi o medo. Apesar de nunca ter pilotado nada antes e de ter visto poucas vezes aeromodelos voando de perto, consegui controlar meu novo brinquedo. Fiz vários vôos, até acabar a bateria. Voltei para casa feliz, e com muita vontade de comprar bateria. Como tudo pode sempre ser melhorado, na segunda-feira comprei isopor P3 e refiz a fuselagem, mais aerodinâmica. Refiz a asa toda com depron 2mm, para deixar mais leve (economizei 50 gramas). Feliz com o ganho de peso, abusei e coloquei trem de pouso triciclo. Ficou de novo com 390 gramas, mas agora com uma bateria que ia dar mais potência. Na quarta-feira à noite fui ao Paca. Criei coragem e lancei, dei uma volta e pousei. Fiz isto várias vezes. Depois de alguns minutos, criei coragem e decolei do chão. Subiu muito bem. Me senti realizado. Se você está entrando no hobby, sugiro que veja o projeto do MiniStick na seção de Reviews. Um projeto meu (por incrível que pareça) mas que se revelou um ótimo avião treinador. Foi feito no chute e alterado várias vezes, mas agora fiz uma planta para quem quiser algo parecido. O Aerosonde é outra excelente opção, com a vantagem de ser muito resistente e não quebrar hélices e motores em pousos desastrados. Já fiz dois destes e considero meu melhor projeto. O Arrowsonde é seu sucessor, um modelo menor, mais leve e mais ágil, usando motor nacional com uma bateria mais leve. Depois que aprendi um pouco mais comecei a ajudar outros iniciantes a escolher modelos. Em alguns casos a escolha era difícil, porque quem mora longe dos grandes centros dificilmente consegue um piloto para ajudar nos primeiros vôos e, pior, se quebrar hélice ou motor terá que comprá-los pelo correio pagando sedex e esperando dias para chegar. Para ter uma opção fácil de fazer e resistente o suficiente para um iniciante aprender sozinho, projetei o Buster, que ganhou este nome em homenagem ao boneco de crash-test do programa MythBusters, do Discovery Channel. O teste básico deste modelo foi lançá-lo sem ajustes prévios, voá-lo, acertar um poste com ele e em seguida mergulhar de 20m de altura no asfalto. Ele sobreviveu a tudo isto, como mostra o filme. Também para ajudar a montar o primeiro modelo, preparei a lista de preços do artigo "Quanto Custa", que se baseia no equipamento que uso neste modelo, mas serve para a maioria dos modelos elétricos. O avião pode ser comprado em kit ou semi-pronto. Ou montado pelo próprio modelista, o que pode parecer difícil, mas não é. O importante é fixar seu objetivo e planejar o que vai fazer. Não é difícil e quando estiver com dúvida, pergunte.

MONTANDO UM PACK DE NICD OU NIMH

Montando um pack de NiCd ou NiMh Por sandro mendes Apesar de estarmos na era das LiPos, muitas vezes é preciso montar packs de NiCd ou NiMh para usar no transmissor ou receptor, ou mesmo em um modelo diferente, automodelo ou nautimodelo. Neste exemplo usei algumas células NiMh frajutas compradas em um outlet qualquer (na verdade, ganhei-as). Não recomendo comprar baterias nestes lugares, geralmente são falsas e de péssima qualidade (veja na foto abaixo o resultado da ciclagem em um par de pilhas novas destas). Um lugar confiável para comprar pilhas recarregáveis é a http://www.1001pilhas.com.br/, as marcas Saft e DLG são excelentes, não para voar, mas para tranmissores e receptores vão muito bem. A primeira tarefa para montar o pack é "montar" o pack... Ou seja, juntar as células no formato que terão. Para isto um truque que aprendi com o Paulo César, da PC Eletrônica, é colá-las com cola quente. Se necessário, lixe os terminais (na foto usei uma lixa de umha para demonstrar), mas isto não é realmente necessário se for usada a técnica descrita no tutorial de soldagem (http://www.e-voo.com/solda). Após montar o pack no formato correto, aplique fluxo de solda nos terminais de um lado, na foto prendi o pack na vertical usando um alicate universal e um elástico de dinheiro para segurá-lo enquanto soldava. Estanhe com solda de boa qualidade (uso da marca Best, da azul (67%Sn/33%Pb), um terminal por vez, tomando o cuidado de aplicar o soldador o mínimo de tempo necessário, evitando assim danos à pilha. Em seguida, separe pedaços de fio que serão usados para interligar os packs (normalmente uso sobras de fio de fonte de PC, como na última foto. Descasque uns 10cm do fio, torça-o para que os filamentos não se separem, e em seguida estanhe com cuidado. Em seguida, corte a ponta do fio (que sempre fica ruim) e solde em uma das células, segurando firme enquanto a solda esfria para evitar que fique quebradiça. Depois da solda esfriar, encoste o fio no próximo terminal e solde a ele, cortando com alicate de corte a sobra. Repita o processo em todas as ligações, por último solde os fios preto e vermelho que irão para o conector. Dependendo do caso, pode ser que um dos fios precise ser ligeiramente maior para que possa haver um caminho para que o positivo e o negativo saiam juntos do pack. Em várias lojas de eletrônica, principalmente as que vendem células soltas para montagem, há plásticos termoretráteis para fechar os packs. Mas na falta deste, pode-se usar fita adesiva colorida, transparente, fita crepe ou outro material isolante.

PLANTA DO TUCANO T-27

Planta do Tucano em arquivo PDF e no formato A4 A pedido de um leitor anônimo postaremos aqui a planta do Tucano T-27 só que desta vez não postaremos em formato CAD (dwg) e sim em PDF para que seja aberta em qualquer computador com um leitor de pdf. A planta para caber em formato A4 teve que ser dividida em 24 partes criando um mosaico, junto delas também vai uma miniatura para servir de guia na montagem. Notem que as folhas 12, 18 e a 24 não tem nada nelas mas mesmo assim coloquei-as para poder compor o formato completo. Para baixar a planta clique aqui ou na imagem acima. Qualquer pedido entre em contato conosco que estaremos sempre atendendo na medida do possivel.

DIVERSOS

Programa para a Fabricação de Combustíveis Programa de Conversão de Medidas Diversas Convertendo medidas através da multiplicação Especificações dos Servos Futaba Dirigíveis Radiocontrolados Simulador de Vôo para seu computador Conheça as asas Vector para combate aéreo Conheça o Tradutor Inglês-Português de Automodelismo Qual a hélice apropriada para o seu motor? E a vela? Qual a apropriada? Simulador de comandos do rádio Conversor de Polegadas

TIPOS DE ISOPOR UTILIZADO PRA CONFECÇAO

Isopor P0 , P1 , P2 , P3 : saiba a diferença O material mais comum usado para confeccionar aeromodelos eletricos. o nosso Isopor existem varios tipos, P0, P1, P2, P3, P4, P5, P6... Os mais comuns são: P0: média de 12g/dm² P1: média de 16g/dm² P2: média de 20g/dm² P3: média de 24g/dm² P0 é o comum de papelaria, dá para usar em alguns modelos mas precisa de alguma cobertura (de fita adesiva, depron, etc.) para não esfarelar. P2 seria até usável, se não fosse meio molenga. O P3 vai bem para a maioria dos modelos. Para acabamento mais detalhado usam-se P4, P5, P6, que são ainda mais duros. A superfície do P6 lembra bastante gesso, bem dura, mas é preciso tomar muito cuidado com o peso. exemplo de alguns aeromodelos fabricados com Isopor P3



LINKS UTEIS

Links úteis Não estou brincando quando digo que este é o primeiro site dedicado aos pequenos aeromodelos elétricos da internet brasileira. Eu, pelo menos, não encontrei outro antes de criá-lo, e olha que eu procurei bastante! Entretanto, existem muitos sites relacionados ao aeromodelismo tradicional com bastante qualidade e informação sobre o esporte em português bem claro. Procurei listar abaixo os que eu acho particularmente interessantes, com suas devidas descrições. Além disso, estão listados alguns sites de lojas, sites estrangeiros (em inglês, francês, alemão) com muitas fotos e artigos interessantes sobre slowflyers e parkflyers. Os links estão separados por categoria e eu pretendo atualizar sempre esta página. É gentileza me informar, caso perceba que algum destes links não esteja funcionando corretamente. As opiniões aqui expressadas, bem como em qualquer outra parte deste site, são pessoais minhas, do ponto de vista de aeromodelista e consumidor. Aeromodelistas Eduardo Afonso Página do Eduardo Afonso, com design bem bacana e conteúdo bem escolhido. Disponível em três idiomas: português, inglês e francês. Gustavo Exel Excelente piloto e fotógrafo, tem dicas de construção e milhares de ótimas fotos aéreas. Aeromodelistas no exterior Bruce Abbot Bastante informação sobre aeromodelismo elétrico e ainda uma seção sobre eletrônica para aeromodelismo. David Theunissen David Theunissen é o criador deste site bem interessante sobre aeromodelismo elétrico, com uma área dedicada especialmente a modelos indoor. Fotos de aviões diferentes e plantas para download. Designsoft Informações sobre aerofotografia e circuitos eletrônicos para RC, como ESC brushed e switch para fotos. Gert Jan Modelos elétricos e algumas informações sobre motores brushless Mike's flying scale model pages Página sobre modelos de vôo livre, dicas muito legais sobre construção de modelinhos Team Ariane Site alemão com informações técnicas e montes de fórmulas usadas para cálculo de sustentação, arrasto, etc. Tyson RC Planes O site do norueguês conhecido como Tyson dá uma boa mostra do que é possível fazer com materiais alternativos, como o Depron. Vale a visita pela criatividade do cara. Em inglês. Clubes e pistas de aeromodelismo Asas do Japi Clube em Jundiaí com uma excelente pista asfaltada em um ótimo local, aos pés da Serra do Japi CASA - Clube de Aeromodelismo de Santana Tradicional clube de VCC, agora ampliando a estrutura para oferecer também locais para RC elétricos e nautimodelos GABA - Grupo de Aeromodelistas Birutas do Arujá Clube de aeromodelismo da cidade de Arujá - SP GVRC - Grupo Vector de Aeromodelismo Rádio Controlado Clube de Viamão-RS Dados técnicos Electricalc Informações e comparativos NiCd x LiPo, como resistência interna, curva de descarga, etc. Mr. RC-Cam Site com dicas e produtos para fotografia aérea Diversos skystone Milhares de fotos antigas, charges, plantas, páginas de revistas sobre modelismo Eletrônica & Cia DazyWeb Laboratories Osciloscópio e outros instrumentos por soft (pela placa de som do PC), útil quem não tem osciloscópio e precisa analizar algum sinal Discover Circuits Milhares de circuitos eletrônicos para as mais diversas aplicações Electronic Gadgets for Radio Control Página com vários circuitos úteis em RC. A maior parte é defasada devido às mudanças tecnológicas desde que foi criado o site, mas tem bastante coisa interessante. Everything You NEVER Wanted To Know About Radios ! Informações sobre técnicas rádios AM, FM, modução, etc. Philip Sun Circuitos para RC WAVEosSCOPE Programa (em alemão, mas fácil de usar) que mede a velocidade de um modelo a partir de passagens razantes gravadas em áudio. Fabricantes no exterior GWS (Grand Wing Servo) Fabrica equipamentos para elétricos (com destaque para os receptores e servos), e modelos baratos e com ótimas qualidades de vôo, como o SlowStick, PicoTigerMoth, E-Starter, Formosa, PicoPiper, etc. Fóruns sobre modelismo Aeronline Bastante informação útil para quem quer dicas sobre modelismo à explosão Chico Hobbi O Chico Bendler é um grande piloto de heli RC, e seu fórum um dos mais ativos do ramo RCgroups (em inglês) Maior fórum do gênero do mundo, tem informações sobre todos os ramos do modelismo. RCmasters O RCmasters é um dos maiores fóruns sobre automodelismo em Português e um ponto de parada obrigatório para quem gosta de carros RC. Lojas nacionais Ace Wings Fábrica e loja virtual de asas voadoras Aeromaníacos Loja em São Bernardo do Campo que vende equipamentos para aero, nauti e automodelismo. Asas Elétricas Esta loja começou vendendo asas voadoras com motor 400, e conforme a tecnologia nos elétricos foi evoluindo passou a vender também outros tipos de modelos, motores Brushless, baterias LiPo, speeds, servos, etc. Atendimento rápido e preços bons. Big Field Aeromodelismo Loja carioca especializada em aero que entrega via Sedex para todo o Brasil com grande variedade de produtos on-line. Além disso, aceita encomendas de produtos importados que não estão no catálogo. Casa Aerobrás Antiga loja especializada em materiais de construção e kits de balsa. É um ótimo lugar para conseguir arames, rodas, tubos, varetas. Tem muitas plantas que podem ser aproveitadas para elétricos. Também vende Pluma 3mm e 4mm. Chico Hobbi O Chico Brendler é um dos melhores pilotos de heli do Brasil, e tem esta loja com peças principalmente para heli, mas também muita coisa de rádio, elétricos e 3D. HiperEletricos Loja virtual de Curitiba, com modelos da ArtTech e outros materiais para elétricos HM Modelismo Loja de modelismo em Guarulhos-SP, tem loja virtual e fica bem acessível para o pessoal da ZN/ZL de SP. Hobby Delivery Loja exclusivamente virtual que atua em todas as áreas do modelismo. Em aero, oferece tudo o que é necessário, desde modelos à acessórios de construção. Oferece alguns combos e parcela em 3x sem juros. HobbyFly Loja virtual do Júlio, trabalha com motores, receptores, servos, cristais, hélices, etc. Todos para vôo elétrico. Entrega rapidamente por Sedex e os preços são bons. Hobbys A loja do Medeiros, moderador da maior lista de aeromodelismo do Brasil. Bom site, bons preços. Como destaque, vende componentes de rádio separadamente e peças de reposição como antenas. Nimbus Company a loja paulista atua em todos os seguimentos do modelismo radio-controlado, com ênfase no aeromodelismo. Bons preços e um imenso catálogo on-line. Pipas Esportivas Vende pipas esportivas, varetas e tubos de fibra de carbono. Os tubos e varetas são bastante utilizados para fazer longarinas de aviões maiores. RC Tech Quando conhecemos o Fred ele já montava há tempos seus próprios motores, depois passou a montar para os amigos, a importar os kits da Komodo, ... Acabou montando uma loja virtual, com uma boa variedade de produtos e modelos de qualidade e bons preços. TwoHobbies Loja de Fábio Scattone, vende aeromodelos e bicicletas, daí o "two" do nome. Fábio foi um dos primeiros lojistas a se envolver com modelos elétricos. Na loja real há muito mais produtos do que na loja virtual, caso não ache algo na virtual, telefone. Lojas no exterior Aeromicro Esta loja americana tem ótimos preços sobre os produtos da GWS, apesar de não vender os kits. Dê uma olhada também na sessão de dicas onde tem algumas coisas úteis! Air Craft World Loja no japão (em inglês) que vende equipamentos para elétricos com frete barato. Dynamics Unlimited Loja especializada em equipamentos para micro-vôo. Vale a pena olhar mesmo que não vá comprar nada. Hobby Lobby A loja oferece muitos modelos para se escolher, além de uma enorme lista de acessórios. Dicas para iniciantes e video clips de demonstração dão um toque a mais. Horizon Hobbies Dentro da área de aero, procure pelos modelos elétricos. Além de uma boa variedade e bom preço, a loja oferece alguns artigos e dicas interessantes. Parkflyers.com Especializada nestes modelos, a loja oferece todos os acessórios necessários e muitos modelos prontos para voar. Os aviões estão separados por tamanho e as especificações são (quase) boas. RC-Fever Loja na China com ótimo atendimento e muitos artigos de aeromodelismo, principalmente helicópteros e peças de reposição. Tower Hobbies Apesar de não ter os melhores preços, esta loja chama atenção pela grande variedade de itens à venda e de hobbies cobertos. Em aero, os produtos separados por categoria facilitam a busca. A descrição dos produtos geralmente é boa. Material para construção Arterm Loja na Zona Leste especializada em isolamentos térmicos, vende isopor P3 de ótima qualidade, com tamanho a gosto do freguês. É preciso fazer o pedido antes pois o corte não fica pronto na hora. Divterm Loja na Barra Funda especializada em isolamentos térmicos, vende isopor P3 em vários formatos, com tamanho sob encomenda Papelaria Jussara Papelaria de São Paulo-SP que vende materiais para arquitetura e sempre tem placas Pluma (depron) em torno de 4mm, ótimas para superfícies de cauda e shock-flyers um pouco mais parrudos. Rua Humberto I, 1069 - Vila Mariana - Fone 5579-3883/5549-8451 Styroform Distribuidor no Cambuci-SP especializado em peças para decoração, mas também vende placas e blocos de diversas densidades sob medida Pistas de aeromodelismo Aerosampa Pista em São Paulo - SP, situada próxima ao rodoanel, entre a Rod. dos Bandeirantes e Anhanguera Asas do Japi Clube de Jundiaí - SP, bem situado e com uma bela pista asfaltada UBA - União Bandeirante de Aeromodelismo Clube situado em São Paulo - SP, às margens da Represa Guarapiranga Vôo & Cia Pista em Mauá - SP, associada à loja Aeromaníacos, com fácil acesso pela Via Anchieta Plantas grátis Airplane Model Plans Site com muitas plantas, incluindo OldTimers e modelos escala Danny Soar Site em inglês com várias plantas antigas, algumas bem curiosas Das Corsair BBS Site alemão com montes de plantas para motor a explosão, mas a maioria adaptável para elétrico Electric Plans Site em inglês com várias plantas para elétricos, boa parte para motor 400 Free.fr Site francês com muitas plantas úteis para elétricos, destaque para o Garden Cub, Canadair e Drenalyn Gene Bond's RC plans Plantas grátis para vários modelos elétricos Jetex Plantas de diversos modelos free-flight movidos a foguete Mike's flying scale model Diversas plantas para vôo livre e dicas para esta modalidade Pedro Quaresma Site português com informações sobre aeromodelos e várias plantas para glow Pedro Quaresma Site português com plantas e dicas Rasmus Modellflyg Site alemão com muitas plantas Site espanhol Site espanhol com várias plantas The Plan Page Site com muitas plantas, a maioria para vôo livre mas adaptáveis para elétricos. Serviços Copiadora Expressa Adriana Gráfica rápida do nosso colega de vôo Walmir, imprime plantas na medida certa e em papel com maior gramatura, que pode até ser usado como molde para corte de isopor. CR Corte a Laser CR Corte a laser – Serviços especializados - Empresa da zona sul de São Paulo (próxima a Congonhas e Av. Cupecê) que faz corte e gravação de balsa e outros materiais não metálicos. Simuladores FMS Hangar Diversos modelos para FMS FMS Homepage Página oficial do site do melhor simulador gratuíto disponível FMS Model Data Vários modelos para FMS Modelos para FMS Vários modelos para FMS PICjoy Simulador de joystick para TX Planes for FMS Vários modelos para FMS RCsim Site com modelos para quase todos os simuladores Sites nacionais Aero Clube de Belo Horizonte Primeiro Aero Clube de aeronaves elétricas por controle remoto de Belo Horizonte desde 2003, com informações sobre os locais de vôo em BH, fotos de modelos e dicas. Aeronline O clube virtual de aeromodelismo congrega muitos adeptos e cumpre muito bem seu papel, tendo em suas páginas assuntos de intersse tanto de iniciantes quanto de experts. Fóruns, listas e até um chat fazem a interação dos visitantes. AMAM - Associação Maranhense de Modelismo Portal e fórum da AMAM, com informações de locais de vôo na região nordeste e dicas que valem para todo o Brasil. Amigos do vôo / Vôo Silencioso Site com informações interessantes sobre planadores e um ótimo tutorial de planador para iniciante Helisport Site e fórum sobre helimodelismo, criado por um grupo de pilotos com o objetivo de divulgar o helimodelismo e facilitar a entrada neste hobby da melhor forma possível. Sites no exterior Aeronutz Um belo site do clube inglês de mesmo nome, com muitas fotos de seus micro aviões em escala. Electrif Flight in Colorado Cálculo de torque necessário em servos e outras informações sobre aeromodelismo FlyRC Revista FlyRC, contém vários artigos muito interessantes, em especial o de rodas Windsock Site australiano sobre vôo de encosta, com dicas para iniciantes, fotos dos locais de vôo e muita informação útil Veículos elétricos Brazil Electric Distribuidor nacional de kits DIY para adaptação de motor brushless em bicicleta Cyclone bicicle DIY kits Kits de



SERVOS E ESC

Servos e ESCOs servos são pequenos motores com circuito eletrônico que, comandados pelo receptor de rádio, movem pequenos braços que acionam varetas (links) que comandam as superfícies móveis do avião. Os servos são divididos em diversos tamanhos. Os que interessam para modelos elétricos são: Standard: Pesam mais de 40 gramas cada, e são usados pela maioria dos modelos a explosão e pelas asas Zagi e similares; São muito grandes e pesados para a maioria dos modelos elétricos; Mini: Entre 20 e 40 gramas, são ligeiramente menores que os Standard; Micro: Pesam abaixo entre 10 e 20 gramas, podem ser usados em alguns projetos de modelos elétricos, dependendo do tamanho do avião e das características de construção; Submicro: São divididos em Pico e Naro, ambos abaixo de 10 gramas, usados pela maioria dos modelos elétricos e pequenos planadores. Nos modelos a explosão um dos servos tem a função de acelerador e controla a abertura da borboleta do carburador. Nos aeromodelos elétricos esta função foi assumida pelo ESC (Electronic Speed Control), também chamado de "Speed Control". As principais funcionalidade que o ESC são: Controlar a potência do motor BEC - Battery Eliminator Circuito: fornece alimentação para o receptor, evitando a necessidade de uma bateria separada; Cut-Off: interrompe o fornecimento de energia para o motor quando a bateria estiver abaixo de um certo nível. Para uso com baterias LiPo (Lithium Polymer), o Cut-Off deve ser acima de 6V. Algumas pessoas perceberam em testes que nem sempre é necessária esta preocupação, porque na maioria dos modelos o motor fica muito fraco para manter o vôo antes da atuação do Cut-Off, obrigando o piloto a pousar; Break: em motoplanadores com hélice dobrável é necessário que o motor seja freiado para que a hélice se feche. Esta função coloca os dois pólos do motor em curto, fazendo-o parar de girar, quando a potência é cortada; Todos os fabricantes têm diversos modelos de speed control, com diferentes características, mas as principais são a tensão e a corrente máxima e peso. Inicialmente um Speed Control para 8A como o ICS-300 da GWS é uma boa opção com um bom preço, se não houver necessidade de um Cut-Off para baterias LiPo.

AEROMODELOS IMPORTADOS

Carl Goldeberg - Aeromodelos Dynaflite - Aeromodelos Great Planes - Aeromodelos KYOSHO - AEROMODELOS SEAGULL - AEROMODELOS Aeromodelos ARF (montados) SIG- AEROMODELOS (kits para serem construídos) TOP FLITE - AEROMODELOS Hobbico Avistar 40 AWARF HCAA 2015 Extra 300S Plus 60 AWARF HCAA 2080 Hobbistar 60 AWARF HCAA 2100 Extra 300 60 AWARF HCAA 2605 SuperStar .40 hcaa 2055 SuperStar .60 hcaa 2058 Starfire 40 hcaa 2060 TwinStar Bi motor hcaa 2075 Airvista 40 hcaa 2200 Dynaflite DYFA 2014 Skeeter planador 1,41 metros enverg DYFA 2016 Bobcat planador 2 metros c/aileron DYFA 2018 Day Dream planador 2 metros DYFA 3015 Pussycat planador 2 metros DYFA 3020 PT-19 1,20 p/motor 1.08 2 t 1,60 4 t DYFA 3025 Super Cub 2,64 metros enverg 1,60 4 t DYFA 3036 Fly Baby Giant ¼ 2,14 metros enverg DYFA 3035 Super Decathlon Giant Scale DYFA 4502 Bird of Time planador 3 metros enverg Midwest 1777 North American AT-6 MIDA 0177 180 Extra 300 S MIDA 0180 186 G-202 Airplane MIDA 0186 CAP 232 MIDA 0187 Super Stinker MIDA 0182 Super Stearman MIDA 0184 Midwest Little Cap 232 MIDA 0188 Extra 300 XS "New" MIDA 0189 MIDA 1091 Painel de instrumentos p/ Extra 300S MIDA 1092 Painel de instrumentos p/ AT-6 MIDA 1094 Painel de instrumentos p/ S. Stinker MIDA 1096 Painel de instrumentos p/ S.Stearman MIDA 1103 Painel de instrumentos p/ G-202 MIDA 1104 Painel de instrumentos p/ CAP 232 MIDA 1105 Painel de instrumentos p/ Dynaflite PT-19 MIDA V171 Canopy p/Extra 300#180 Ohio 101 Super Chipmunk 81" OHRA 1101 102 DHC-1 Chipmunk 82" OHRA 1102 103 Pepsi Chipmunk 81" OHRA 1103 115 Ultimate 10-300S 75" OHRA 1115 122 Extra 300S 84" OHRA 1122 130 Sukhoi SU-26mx 84" OHRA 1130 302 Cap 232 97" OHRA 1302 301 Extra 300L 102" OHRA 1301 Simprop – kits ARF Alemanha SIMP 0395 planador SE 200 – 2m SIMP 0484 planador Fuego – 2m SIMP 0557 planador Sagitta – 2,20m SIMP 0662 planador Lift Off – 2m SIMP 0670 Silence –61 z 91 4 tempos 1,66m SIMP 0689 planador furore – 3,40m SIMP 0832 planador ASW 28 – 2,50m SIMP 8248 planador Solution XL – 4m Thunder Tiger Champion-30 L ARF TTR 4453 Eagle 30 H ARF TTR 4454 Super Decathlon-40 ARF TTR 4455 Champion 45L ARF TTR 4456 Little Tiger 15 ARF c/motor.15 TTR4496 Tiger Trainer 25 ARF TTR 4508 Tiger Trainer 60 ARF TTR 4503

BATERIAS

BateriasExistem vários tipos de baterias úteis para aeromodelismo. A bateria sempre deve ser dimensionada de acordo com o modelo, pois uma bateria muito pequena não fornecerá a corrente necessária para obter a potência desejada para o motor, e uma bateria muito grande ficará pesada demais. Nem toda bateria recarregável serve para aeromodelismo, pois são projetadas para entregar pouca potência. As baterias têm que ser de boa qualidade e ter uma alta taxa de descarga. Chumbo-ácido Apesar de não serem usadas nos aviões, são muito úteis na caixa de campo. Muitas vezes o local do vôo não é muito perto de onde se estaciona o carro, inviabilizando a ligação do carregador de baterias direto na bateria do carro. Geralmente usam-se baterias de 12V x 7A, que têm uma carga suficiente para recarregar as baterias várias vezes durante o dia e não são pesadas demais. Estas baterias geralmente são carregadas com um carregador lento de parede. NiCd - Niquel-CádmioSão as baterias recarregáveis mais baratas e comuns. As usadas em modelismo elétrico suportam grandes descargas e cargas rápidas, mas são um pouco pesadas. Apesar de funcionarem bem, como peso geralmente é crítico, é melhor procurar alternativas mais leves. NiMh - Niquel-Metal-Hidreto São mais leves que as de NiCd mas geralmente têm taxa de descarga menor. Como baterias de NiMh com o mesmo peso geralmente têm o dobro da capacidade das NiCd, mesmo com menor 14:04 26/5/2005capacidade de descarga são uma ótima opção para aeromodelos. Atualmente estou usando packs de bateria NiMh de 300mAh e 1400mAh LiIon - Íons de Lítio São mais leves que as de NiCd e NiMh, mas não conseguem taxas de descarga tão altas, por isto são limitadas a motores de baixo consumo e seu uso deve ser feito com cuidado. O processo de carga também é diferente e exige carregadores especiais. Tenho usado baterias de LiIon 7,2V * 1400mAh com excelentes resultados, para descarga até 7A. LiPo - Polímero de Lítio São leves como as LiIon, mas têm maior capacidade de descarga, tornando-as viáveis para uso com motores 400 e 480. Atualmente as LiPo têm capacidade de descarga entre 8C e 12C, o que as torna uma excelente opção para qualquer motor (desde que escolhida uma bateria que suporte a corrente exigida). Exigem os mesmos cuidados que as LiIon. Tipos de carregadoresOs principais tipos de carregador são de tensão constante, corrente constante, e detecção de pico. Para baterias NiCd/NiMh geralmente são usados os de detecção de pico, que permitem cargas rápidas sem danificar a bateria. Para LiIon/LiPo geralmente são usados carregadores de tensão constante / corrente constante, o recomendado para as baterias. Estas baterias precisam de um maior cuidado na recarga, pois uma sobrecarga pode danificá-las permantemente e eventualmente causar acidentes com fogo. Cada tipo de bateria tem um método de carga diferente, portanto antes de comprar um carregador, verifique se é compatível com o tipo e capacidade das baterias que pretende usar.

FONTE REGULADA 12 VOLTS

Fonte de 12V regulada construída a partir de uma fonte de PC Tradução do artigo "Fuente de 12V. regulada construida a partir de una fuente de P.C." Autor: Jose Antonio Andrades de Cozar Artigo original: http://picayzumba.com/contentid-68.html Tradução: Cláudio Roberto Fernandes A tradução e veiculação deste artigo foram autorizadas pelo autor, a quem agradecemos a oportunidade de compartilhar este ótimo material. INTRODUÇÃO: A enorme proliferação de modelos elétricos que vemos na atualidade vem impulsionada pelos grandes avanços no campo dos acumuladores elétricos, que têm permitido relações peso/potência e taxas de carga e descarga impensáveis poucos anos atrás. Também se popularizaram os carregadores rápidos inteligentes, capazes de carregar uma bateria em menos de uma hora, repondo somente a carga consumida, sem provocar sobrecargas ou superaquecimentos, porém muitos desses carregadores foram projetados para funcionar exclusivamente alimentados pela bateria de um automóvel, assim, se desejamos utiliza-los em casa necessitaremos de uma fonte de alimentação que nos proporcione uma tensão estabilizada e uma alta corrente. O tipo de fonte que mais se aproxima de nossas necessidades são as que se utilizam para alimentar os transceptores móveis de rádio, que oferecem tensão estabilizada em torno de 13,5 Volts e corrente desde 3 até mais de 50 Ampères, sendo que o inconveniente dessas fontes, além obviamente do tamanho e peso é o preço, que no caso de um modelo que supra nossas necessidades (12 a 15 Ampères) pode superar, em muitos casos, o preço do próprio carregador. Existem alternativas mais econômicas, e talvez uma das mais utilizadas seja a fonte de alimentação usada nos PCs. Estas fontes são relativamente pequenas e leves, tendo em conta as altas correntes que são capazes de entregar, porém nem sempre dão o resultado que se espera delas: A tensão em aberto pode não alcançar os 12 volts, e baixa quando se drena corrente, o que impede um funcionamento correto se pretendermos carregar baterias Ni-XX de 8 elementos ou LiPo de 3 elementos com carregadores econômicos, que não disponham de elevador de tensão. Se tivermos um bom carregador capaz de elevar a tensão para carregar mais de 8 elementos Ni-XX ou 3 LiPo seguramente poderemos utilizar a fonte do PC... Sempre que a corrente que necessitamos não faça baixar a tensão além do nível abaixo do qual o carregador decide que não pode garantir um funcionamento correto e interrompe a carga. Isto pode acontecer, dependendo do modelo, em torno dos 10,5 a 11 Volts. Finalmente também pode acontecer que a própria fonte decida que a queda de tensão deve-se a um consumo excessivo, e desligue para evitar danos, e isso pode ocorrer com correntes de 2 ou 3 Ampères, ridículas se as comparamos com os mais de 8 Ampères que – em teoria – poderia ser drenada da linha de 12 Volts de uma velha fonte AT de 200 Watts. As explicações que se dão para esse fato são as mais variadas, sendo que a mais aceita é que esse tipo de fonte necessita uma certa carga ligada à linha de 5 Volts para entregar toda a corrente na linha de 12 Volts, a qual nos leva à solução típica: desperdiçar energia conectando uma resistência de carga ou uma lâmpada automotiva na linha de 5 Volts, para elevar a linha de 12 Volts em alguns décimos de Volt que permitam um funcionamento mais ou menos correto do carregador. Naturalmente, ainda que isso nos dê uma certa margem de manobra em alguns casos, não é a solução do problema. O CONCEITO: As fontes de PC são fabricadas cingindo-se a um critério fundamental: A economia de custos, algo que resulta evidente se pensamos que um produto fabricado na China e que tem de atravessar metade do mundo, passando pelas mãos de um importador, um distribuidor e vários transportadores , vem a custar uns 10 ou 12 Euros na lojinha de informática da esquina. A tensão mais importante em uma fonte de PC é a de 5 Volts, já que com ela serão alimentados quase todos os circuitos lógicos do computador. Poderíamos pensar que é mais importante a tensão de 3 Volts a partir da qual se alimenta o processador, mas existem reguladores na placa-mãe que estabilizam as tensões de alimentação do processador. Entre as menos importantes se encontra a linha de 12 Volts, que se usa somente para alimentar ventiladores, motores de HD, Floppy-discs, CD-ROM, DVD, e para comunicações via RS-232. Os requisitos mais exigentes se conformam com uma tolerância de 15% nas linhas de +3, +12, -5 e –12 Volts. A única tensão estabilizada que encontraremos é a de 5 Volts, e todas as demais são referenciadas a ela, assim, a solução para convertermos nossa fonte de PC em uma fonte de 12 Volts estabilizados é modificar o circuito de realimentação do regulador. Por sorte a grande maioria das fontes AT e ATX usam como regulador o mesmo CI: o controlador PWM TL494 (http://focus.ti.com/lit/ds/symlink/tl494.pdf) ou seu clone, o CI KA7500 (http://www.fairchildsemi.com/ds/KA%2FKA7500C.pdf), o que nos vai permitir “afinar” quase qualquer fonte seguindo algumas diretrizes simples, independentemente de modelo ou fabricante. ANTES DE COMEÇAR... São necessários para este trabalho alguns conhecimentos básicos de eletrônica (identificação de componentes e capacidade de seguir um esquema simples), um pequeno ferramental (soldador tipo lapiseira com ponta fina, de 30 a 40 Watts, sugador de solda, multímetro, alicates, estilete, etc...) e certa habilidade no manejo dessas ferramentas. Desaconselho totalmente a realização destas modificações a qualquer um que não disponha dos conhecimentos, habilidades e equipamento necessário, já que no interior da fonte vamos encontrar tensões perigosas de 127 (ou 220) Volts alternados e até 310 Volts contínuos, que podem provocar lesões graves e inclusive a morte se não se tomam às precauções apropriadas. QUALQUER MANIPULAÇÃO DA PLACA DEVE SER FEITA COM A FONTE DESLIGADA E DESCONECTADA DA REDE ELÉTRICA !!!!! O autor (e também o tradutor) descreve o presente procedimento de modificação somente a título informativo, e isenta-se de qualquer responsabilidade por danos ou mau funcionamentos dele derivados. Mãos à obra. Não é necessário comprar uma fonte nova de alta potência para este projeto, qualquer fontezinha de 200 W nos proporcionará mais de 8 A na saída de 12 V, mais que suficientes na maioria dos casos. De fato, uma arcaica fonte AT que alimentava um computador de mais de dez anos seria ideal para nosso propósito, já que sua placa é muito mais simples e despojada, com menos componentes, dado que possui menos linhas de tensão. Para ilustrar este processo escolheu-se uma fonte ATX de 300 W para Pentium III, procedente da sucata. Uma vez escolhida a vítima, devemos localizar o controlador PWM. Como dissemos antes temos de buscar um TL494 ou equivalente (DBL494, IL494, GL494, SL494, KIA494...) ou seu clone, o KA7500. Neste caso, encontramos um TL494. Uma vez localizado, ligaremos a fonte – simplesmente acionando o interruptor se é AT ou unindo o fio verde a um dos pretos se é ATX – e ligando o fio preto do multímetro a um dos fios pretos da fonte, e medindo a tensão presente no pino 1 do controlador. Neste caso, como quase sempre, encontramos 2,5 V (na verdade, 2,46 V, devido às tolerâncias dos componentes). ATENÇÃO !!! Devemos proceder com extremo cuidado, já que, como foi dito antes, em uma fonte ligada existem tensões muito perigosas. Além disso, se por descuido curto-circuitarmos com a ponta de prova do multímetro os pinos 1 e 2, deixaríamos sem referência o controlador, e isso provocaria flutuações nas tensões de saída que poderiam danificar os capacitores. Chegando a este ponto é conveniente que entendamos um pouco o funcionamento de um controlador PWM. Como podemos ver no diagrama de blocos presente no datasheet do integrado, os pinos 1 e 2 são as entradas de um comparador. No pino 1 encontramos uma tensão de realimentação tomada da linha de +5V, se bem que em teoria se poderia encontrar qualquer tensão entre 0 e 5 V, na prática e depois de testar várias dezenas de fontes, sempre se encontrou 2,5 ou 5 V. No pino 2, que é a outra entrada do comparador, encontraremos a tensão de referência, tomada a partir da saída de 5 V presente no pino 14 do controlador, que na prática é a mesma tensão que medimos no pino 1. Na verdade é o próprio comparador que se encarrega de manter iguais essas duas tensões, já que se cai a tensão da linha de 5 V devido a um aumento de consumo, o controlador aumenta o duty-cycle do sinal de comutação para que a tensão suba e se iguale à referência, e vice-versa se a tensão da linha sobe devido a uma diminuição momentânea do consumo. Nisto consiste a regulação de uma fonte chaveada, e nossa missão é conseguir que o sinal de realimentação presente no pino 1 do controlador proceda da linha de +12 V ao invés de da +5 V. A idéia é muito simples: Mediante um divisor resistivo devemos obter um sinal de realimentação para o comparador, e este divisor deve ser tal que, quando a tensão proporcionada pela linha de +12 V seja a que desejamos, a tensão de saída do divisor seja igual à referência presente no pino 2. Nesta imagem podemos ver duas redes de realimentação compostas por simples divisores de tensão resistivos. A primeira é muito similar à de uma fonte de PC que tenha tensão de referência de 2,5 V, e a segunda é a que deveríamos por em seu lugar. Em teoria, sem mais modificações do que trocar um resistor poderíamos obter 12 V na linha de 5 V, porém na prática isto causaria sérios problemas, assim o que faremos será anular a realimentação existente e proporcionar ao controlador uma nova realimentação tomada da linha de 12 V. Vamos tomar um valor fixo para um dos resistores e calcular o outro. O valor deve ser relativamente alto para não desperdiçar corrente, porém suficientemente baixo para que a impedância de entrada do comparador não influa no resultado. 2K7 parece ser um valor adequado. Agora calcularemos o valor do outro resistor para obter a tensão desejada, que neste caso é 13,5 V. Este valor não foi escolhido ao acaso, é o valor que temos em uma bateria automotiva de 12 v plenamente carregada. Suponhamos em primeiro lugar uma tensão de referencia de 2,5 V, que é a que encontramos neste caso: R2 = [(Vout * R1)/Vref] – R1 R2 =(( 13.5 * 2700 ) / 2.5) - 2700 = 11880 ohms Na prática usaremos um resistor de 12K, que é o valor comercial mais próximo. Se encontrarmos qualquer outro valor de tensão de referência, ou que desejemos conseguir uma tensão diferente na saída, basta calcular a rede de realimentação necessária usando as mesmas fórmulas. Uma vez que tenhamos adquirido os resistores necessários para nosso projeto, continuamos com a modificação. Desmontamos a placa do chassi e eliminamos todos os cabos de saída que não iremos utilizar, deixando apenas 3 pretos (terra), 3 amarelos (+12 V) e o verde (acionamento). Deixamos vários fios amarelos e pretos porque são de seção demasiado fina para as correntes envolvidas. Como alternativa pode-se substituir esses fios por outros de seção adequada. Soldamos o extremo do fio verde à massa, em uma das ilhas que ficaram livres depois da retirada dos fios pretos. Agora preparamos nossa rede de realimentação. Soldamos um terminal do resistor de 2K7 a uma ilha de massa e um terminal do resistor de 12K a uma ilha de +12 V. Os terminais livres de ambos os resistores são então soldados juntos. Antes de continuar, faremos um teste para verificar se tudo está correto. Ligaremos a fonte (é recomendável tornar a montar a placa no chassi) e conectando o fio preto do multímetro ao terra do circuito (fios pretos da fonte) mediremos a tensão presente no ponto médio de nossa rede de realimentação (união dos dois resistores). Se tudo estiver em ordem, teremos uma tensão de referencia próxima dos 2 V. Se dividirmos a tensão da linha de 12 V por esse valor, e multiplicarmos esse resultado pela tensão de referencia original do pino 1 (2,5 V), o resultado deve ser muito próximo do que esperamos encontrar ao final na linha de 12 V (13,5 V). Se a tensão que encontrarmos não é a esperada, teremos que verificar o processo até encontrar o erro, pois os passos seguintes não admitem erros. Chegando a este ponto, e correndo o risco de parecer exagerado, quero voltar a insistir na necessidade de um cuidado extremo, já que qualquer mínimo erro cometido no processo pode ser a diferença entre o sucesso e alguns fogos de artifício (os que já tenham visto explodir um capacitor eletrolítico saberão ao que me refiro). Ainda que nas fotos se veja a fonte funcionando fora do chassi, isto foi feito visando a clareza das fotos, e NUNCA se deve faze-lo. Lembrem-se de que na placa estão presentes os 127 (ou 220) Volts alternados da rede e mais de 300 Volts em tensão contínua.. Novamente deveremos desconectar a fonte e desmonta-la do chassi para localizar o pino 1 do controlador. Uma vez identificado, cortaremos a trilha que o liga à realimentação da linha de 5 V. ATENÇÃO!!!!!! A partir deste momento e até que tornemos a conectar o pino 1 do controlador à nova rede de realimentação é IMPERATIVO que não voltemos a ligar a fonte SOB NENHUM PRETEXTO !!!!!! Agora ligamos mediante um fio o pino 1 do controlador ao ponto médio de nossa rede re realimentação. Devemos nos assegurar que todas as soldagens estão perfeitas, em especial a feita no pino 1 do controlador. O mais difícil já está feito.Tornemos a revisar tudo até estarmos seguros de que não tenhamos cometido nenhum erro. Voltemos a montar a placa no chassi e (por precaução) afastemos o rosto antes de ligar a fonte. Isso pode parecer exagero, mas os capacitores eletrolíticos REALMENTE explodem quando sua tensão de trabalho é ultrapassada. Voilá ! conseguimos uma saída de 13,35 V em lugar dos 13,5 esperados, e isso é devido às tolerâncias dos componentes envolvidos. O que realmente importa é que esses 13,35 V vão ser mantidos ao drenarmos corrente da linha , e assim teremos nossa fonte estabilizada. Agora resta apenas algum trabalho de maquiagem para deixar a fonte a nosso gosto. Para terminar, um aviso de um possível problema: Ainda que nossa fonte regule corretamente a saída, é possível que desarme ou funcione de maneira errática ao drenarmos determinada corrente. Isto pode acontecer porque na placa há alguns comparadores de janela que monitoram as tensões e inibem o funcionamento do regulador se qualquer uma delas sobe ou baixa além dos parâmetros determinados pelo fabricante. A saída desses comparadores atua no pino 4 do integrado. No caso de ocorrer essa situação, devemos verificar se as tensões alcançadas pelas linhas de +3, +5, -5 e –12 V. Se nenhuma delas é potencialmente perigosa para os capacitores eletrolíticos (cuja tensão de trabalho geralmente é bastante “justa”), poderíamos cortar a trilha que leva ao pino 4 e conecta-lo ao terra. Se a tensão de alguma(s) das linhas se aproxima de valores perigosos, devemos eliminar os respectivos capacitores. Este procedimento requer uma boa dose de conhecimento de causa, e não é indicado para principiantes. A modo de epílogo: Quando terminei a confecção deste artigo, comprei uma maravilhosa fonte ATX de 450 W para modificar, e ao abri-la... ZÀS!!!!! A primeira surpresa: me deparei com um desconhecido. O CI DR-B2002: Curiosamente fui incapaz de encontrar o datasheet deste controlador. Quase que a única referencia que aparece a ele na Internet é uma consulta em um fórum norte-americano com um pedido do datasheet, seguida de inúmeros “passe para mim também”... De qualquer modo, fazendo alguma engenharia reversa, descobri que a realimentação do comparador era feita pelo pino 14 do integrado, e a modificação foi realizada sem maiores problemas. Se notarmos que aparecem muitos casos como esse poderemos documentar a modificação posteriormente Complemento para quando não for necessário aumentar a tensão da fonte Por Arthur Benemann Como notei algumas dúvidas sobre a conversão de fontes para alimentar carregadores servos, receptores, arcos de corte, etc. decidi fazer este tutorial. Utilizei uma fonte AT de 250W, esta fonte fornece voltagens de -5V, 5V, 12V, -12V. Atenção: só mexa na fonte se a mesma estiver fora da tomada, mas mesmo assim cuide para não tocar os terminais dos capacitores, pois eles ainda contém uma boa carga de energia!! Material necessário: 1 resistor 10 Ohms 10W ; 1 resistor 470 Ohms 1/4W; 1 led verde 5mm; 5 bornes(1 preto os outros vermelhos). As saídas da fonte têm cores padronizadas, que são: 5V: vermelho; 12V: amarelo; -5: Branco; Power good: laranja; -12: azul; Gnd,Neutro: Preto. Fontes AT Abra a fonte retirando os parafusos superiores. Corte os fios deixando uns 20 cm apartir da fonte(guarde os conectores pois voce provavelmente vai necessitar deles no futuro). Ligue um resistor de 10 Ohms 10W (quanto mais watts melhor só não exagere) entre um fio neutro e um fio de 5V (preto e vermelho). Prenda-o em uma parte livre da fonte não deixando seus terminais tocarem em nada. Este resistor servirá de carga estabilizando a fonte. Caso sua fonte tenha uma chave liga desliga externa (meu caso), posicione-a em algum lugar de fácil aceso (prendi ela ao topo da fonte vide fotos). Pode ser necessário encurtar o fio. No caso de interruptor tipo gangorra, muitas vezes pode-se aproveitar o conector de saída para o monitor, tomando o cuidado de eliminar a saída de monitor retirando os fios na placa. Ligue um led em serie com um resistor de 470 Ohms,e então no fio power good e no neutro (laranja e preto). O terminal mais curto do led ou o do lado chanfrado deve ir no neutro (preto),e o outro no resistor, e então no fio power good(laranja). Isole tudo e faça um furo onde quiser botar o led, fixe-o. Desencape, junte e estanhe os fios,de acordo com sua utilidade, vermelho com vermelho, amarelo com amarelo. Fure os espaços para os bornes e lige-os nos fios , utilizei esta ordem -12V,12V,Neutro,5V,-5V. As saídas de -12V e -5V são de baixíssima corrente, mas podem servir para pequenas experiências. Obs: como meus borns não eram isolados fis aruelas de vinil 1mm. Teste as tensões e feche a caixa. Pode-se simplificar as ligações, não usando led para indicar que está ligado, e usando bornes apenas para o neutro e 12V (preto e vermelho respectivamente), eliminando as saídas não utilizadas. Fontes ATX As fontes ATX tem um fio azul para ligação, e não tem o botão de liga desliga. Para utilizar uma fonte destas o Fio azul deve estar conectado no GND(fio preto). Pode se deixá-lo conetado diretamente (quando ligar a tomada a fonte liga), ou indiretamente por uma chave push-buttom pequena(a chave controla a fonte). Está fonte tambem forneçe tensões de 3,3V, que não são muito utilizadas no aeromodelismo.

MONTAGEM DE ASAS

Asas As asas têm várias características importantes que determinam como o modelo vai voar. Existe uma nomenclatura específica para as partes da asa. Abaixo está um pequeno glossário: Bordo de ataque: a extremidade dianteira da asa, geralmente arredondada; Bordo de fuga: a extremidade traseira da asa, geralmente bem fina; Nervuras: estruturas de madeira ou material sintético que determinam o perfil da asa; Longarinas: vareta, tubo ou ripa interna à asa, em direção perpendicular às nervuras, com a função de dar resistência à asa e evitar que se dobre com o peso do avião; Entelagem: cobertura da estrutura asa com material flexível; Chapeamento: cobertura da estrutura da asa com material rígido; Montantes: vareta, tubo ou ripa que apoiam externamente a asa, ligando-a à fuselagem ou a outra asa (em caso de biplanos). Aeromodelos de treinamento geralmente têm asa com diedro ou poliedro. Diedro é quando a asa tem um ligeiro formato de V. Poliedro é quando ela é reta na parte central, subindo nas laterais. Nos dois casos o efeito é de estabilização, e se o modelo for deixado por conta própria sem outros fatores para atrapalhar ele tende a ficar com a asa na horizontal. Este efeito é mais acentuado nas asas poliédricas, mas nem sempre o efeito estético fica bom no tipo de modelo que se pretende construir. O perfil da asa também determina como será o vôo. Modelos de treinamento têm perfil plano-convexo (asa plana na parte inferior e convexa na parte superior) ou undercamber (côncava na parte inferior e convexa na parte superior). Dentro destes parâmetros a forma do perfil vai determinar o arrasto e sustentação, mas basicamente estes perfis geram bastante sustentação em vôo nivelado e nenhuma sustentação ou sustentação negativa em vôo de dorso. Isto significa que o avião dificilmente ficará de cabeça para baixo por muito tempo, facilitando a vida do piloto novato. Aviões mais rápidos ou acrobáticos usam perfil simétrico ou semi-simétrico, curvo dos dois lados. Asas deste tipo permitem vôo de dorso, pois conseguem gerar sustentação mesmo invertidas. Os grupos básicos de perfil (undercamber, plano-convexo, semi-simétrico, simétrico) estão exemplificados abaixo. Perfis lentos: Perfis acrobáticos: A asa tem várias medidas básicas: Envergadura: É a distância entre as extremidades esquerda e direita da asa; Corda: É a distância entre a ponta do bordo de ataque e a ponta do bordo de fuga da asa, pode ser expressa como percentual da envergadura; Espessura: é a altura da asa, geralmente expressa como percentual da corda; Área alar: é o produto da multiplicação da corda pela envergadura. A sustentação da asa é diretamente proporcional à área e diretamente proporcional ao quadrado da velocidade, portanto modelos lentos geralmente têm asas com uma grande área; Carga alar: é a razão entre peso do modelo em relação à área da asa, e determina a velocidade do avião. Mais peso precisa de mais sustentação, que pode ser obtida aumentando a velocidade ou aumentando a asa. Modelos lentos têm baixa carga alar, entre 12g/dm2 e 20g/dm2, modelos rápidos têm carga alar mais alta, acima de 25g/dm2. Todo avião forma um vórtice (redemoinho) de turbulência na ponta da asa, que atrapalha o vôo e aumenta a resistência do ar. Como isto não acontece no meio da asa, quanto menor a corda em relação à envergadura, menor será o arrasto. Por isto, planadores têm asa com corda entre 10% e 15% da envergadura, pois precisam de bastante sustentação com o mínimo possível de arrasto. Embora o arrasto diminua, o ângulo máximo de ataque que a asa aguenta antes de estolar também é pequeno, portanto planadores não podem voar com o nariz para cima, como fazem os fun-fly. Uma corda maior aumenta o ângulo de ataque em que ocorre o estol, permitindo vôos "pendurados". Para aviões de treinamento ficar no meio-termo é o melhor, com corda de 15% a 20% da envergadura. Asas muito grossas dão boa sustentação, mas muito arrasto. Asas muito finas dão menos sustentação, e menos arrasto. Para um vôo tranquilo em um modelo escala, asas em torno de 8% são uma boa opção. Para treinamento experimentei bons resultados com 10% a 15%, para um vôo lento e estável. Como a sustentação e o arrasto crescem exponencialmente com a velocidade, se o avião entrar em mergulho uma asa neste formato vai freá-lo e fazê-lo voltar ao vôo horizontal. Fixando-se o perfil e ângulo de ataque, a força de sustentação da asa será proporcional à área da asa, e proporcional ao quadrado da velocidade. Portanto, para um modelo para iniciante, uma asa maior permite um vôo mais lento. Ângulo de incidência O ângulo formado entre a corda da asa e a direção do vôo do avião é chamado de ângulo de incidência. Novamente existem diferenças entre aviões de treinamento, que têm ângulo de incidência positivo e acrobáticos, que geralmente têm incidência zero. Este ângulo é medido a partir da reta fictícia que vai da extremidade mais à frente do bordo de ataque até a ponta do bordo de fuga, e não a partir da parte plana da asa. Se o avião for feito a partir de uma planta, este ângulo já foi previsto pelo projetista. Se for um projeto experimental, tente valores entre 2° e 5°, variando até obter o resultado desejado. Apesar de provavelmente voar mesmo com a incidência errada, se este ângulo for muito grande ou muito pequeno, obrigará a deixar o profundor picado (tentando descer o nariz do avião) ou cabrado (tentando subir o nariz do avião), aumentará a área frontal do avião ao fazê-lo voar com o nariz para cima ou para baixo, aumentará o arrasto e poderá deixar o modelo com tendência a estolar ou mergulhar. Calculadora de área e carga alar Dados básicos Envergadura cm Área alar Peso do modelo g Carga alar Medida Raíz Ponta Média Percentual Corda Espessura ConstruçãoExistem vários tipos de materiais e técnicas de construção que podem ser usados, cada um com características e técnicas diferentes. Como é algo muito pessoal, cada modelista escolhe o que mais lhe agrada, mas para iniciar recomendo isopor ou depron, pela maior resistência a quedas e facilidade de conserto no local de vôo. IsoporSão usadas placas de isopor com densidade P3 a P6 (os menos densos são muito fracos para uso em modelos). O corte é feito com fio quente e o acabamento com lixa. Pode ser colado com cola quente, cola de isopor ou cola epóxi, e geralmente é um material muito resistente e de fácil conserto. Basta colar as partes quebradas e o modelo volta a voar. As longarinas podem ser uma vareta de fibra de vidro entre 1mm e 2mm do tipo que atualmente é usado em pipas e gaiolas de pássaros na parte superior, no ponto mais alto do perfil, e outra na parte inferior na mesma direção. Isto dá uma asa muito firme, leve e forte. Pode ser usado bambú também, com o mesmo resultado. Na seção de tutoriais tem um guia de como fazer um arco para corte de isopor (clique aqui) Depron São usadas placas de depron de 2 a 4mm. As mais grossas podem ser usadas para estruturas ou superfícies de comando e as mais finas para fazer as asas e fuselagens. A técnica básica é cortar com estilete e colar com cola epóxi ou cola quente. Pessoalmente uso cola quente pelo preço, facilidade de uso e rapidez da secagem. Para fazer uma asa em depron, siga os seguintes passos: Corte as nervuras em depron 4mm seguindo o perfil da planta, uma nervura a cada 15cm, aproximadamente; Corte um painel de depron 2mm com a largura da envergadura da asa, com as fibras do depron na horizontal, e a altura igual ao dobro da corda mais 4cm; Risque no painel uma linha horizontal na altura da corda da asa, medida a partir da parte inferior; Risque no painel linhas verticais indicando a posição das nervuras. Use uma nervura central, um par de nervuras sobre a linha lateral da fuselagem, e nervuras adicionais a cada 15cm, até a ponta da asa; Cole a parte mais plana das nervuras sobre as linhas marcadas, alinhando o bordo de ataque com a linha horizontal; Transpasse por dentro das nervuras longarina de vareta bambú, fibra, tubo de vara de pesca ou outro material leve e forte, para dar resistência à asa. Dobre a parte superior do painel sobre as nervuras, colando-as e fechando a asa. Após fechada a asa ficará leve e resistente o suficiente para modelos até 1Kg. Para um roteiro passo-a-passo de como fazer uma asa em depron, clique aqui. BalsaSão usadas varetas, blocos e placas de madeira de balsa, compensado naval, cedro e outras madeiras. A estrutura do avião é feita com madeira e depois coberta com chapas finas de balsa, ou entelada com seda japonesa ou materiais plásticos. É a técnica mais complicada, mas também a que permite fazer modelos mais leves e fiéis à escala. Como madeira quebrada não é fácil de consertar qualquer batida resulta em grandes danos, sendo recomendada para pilotos mais experientes ou para aprender com instrutor.

AEROMODELISMO TEORICO

Aeromodelismo - Teórico e PráticoCopyright © 2004/2005, José Carlos Rodrigues e Clube de Aeromodelismo de Lisboaversão digital publicada no site do CAL: http://clubeaerolisboa.no.sapo.ptÓtimo livro sobre aeromodelismo, de leitura agradável e recomendável para quem quer aprender a fundo como funcionam nossos modelos.Agradecemos especialmente ao Sr. José Manuel Padinha Colarejo por torná-lo disponível. Baixar

SIMULADOR DE VOO

/C Model Airplane Simulator (FREE FOR DOWNLOAD) INTRODUÇÃO Aprimore sua capacidade de aeromodelista com esse simulador. Nós, da AeroHobby Magazine, estamos apresentando esse simulador para vocês. Esse é um simples simulador de aermodelo R/C para todos que estão interessados em testar suas habilidades de aeromodelista sem nenhum risco de danos. Nenhuma habilidade prévia é necessária. Esse programa não é shareware: É freeware! Esperamos que você tenha bons tempos com esse simulador. Claro que não é comparável a outros produtos comerciais, mas é divertido e está aqui. A intenção principal dos produtores era criar uma ferramenta praticante para controlar o aeromodelo quando ele está voando por você. DOWNLOAD O pacote provem de dois arquivos zipados. É necessário que se tenha o PKUNZIP ou WINZIP . Observe abaixo os arquivos e clique-os para que seja feito o download: RCSIM14.zip RCSIM14s.zip Especificamentos mínimos necessários Computador 486, 8MB RAM, 2 mega de espaço livre no HD, MS-DOS, JOYSTICK, TECLADO. INSTALANDO Em seu programa compactador ZIP, descompacte os arquivos em qualquer diretório (Ex: c:\rcsim). Obs: Os arquivos têm que ser descompactados no mesmo diretório! COMANDOS Controles do teclado: '2' - o nariz sobe, cabra '8' - o nariz desce, pica '4' - aileron para a esquerda '6' - aileron para a direita '5' - Apertando isso, os comandos se centram (Aperte 'NumLock' para usar essas teclas) 'a' - Aumenta potência do aeromodelo (+10%) 'z' - Diminui potência do aeromodelo +(10%) 's' - potência ao máximo (100%) 'x' - potência ao mínimo (0%) 'j' - habilita o joystick, quando esse não está habilitado 'i' - Recomeça a posição de decolagem. Aperte essa tecla se você cair com o aeromodelo 'q' 'ESC' - Sai do simulador RODANDO Para jogar (o termo mais correto é simular) é necessário o uso do joystick, preferencialmente o manche. Pode-se jogar pelo teclado, mas os comandos são mais complicados. Vá ao Prompt do MS-DOS (INICIAR/PROGRAMAS), e digite: c:\rcsim (APERTE ENTER) Obs: ou digite o diretório em que você instalou ele. Nesse diretório, ao digitar dir.pla , aparecerá a lista de aeromodelos contidos no simulador: trner386.pla (NÃO RODE ESSE AEROMODELO) trner486.pla (TREINADOR) toad486.pla (TREINADOR com aileron mais sensível) glider.pla (PLANADOR, ele irá iniciar no ar. Ganhe altura e tire o motor) clipwing.pla (aeromodelo acrobático e veloz, necessita-se de muita experiência e agilidade nos comandos para operá-lo) digite: rcsim_88 (nome do aeromodelo contido acima .pla) (APERTE ENTER) Irá aparecer a tela de abertura (ENTER novamente) Divirta-se!!!

CONSTRUÇAO DE UM CORTADOR DE ISOPOR

construi um cortador de isopor caseiro, vou tentar explicar como fiz, e espero que possa ser de ajuda para alguém. Material necessário:- 01 resistencia de ducha termo system;- Ripas de madeira de 2 x 3 cm ( madeira dura tipo angelim)- 2 mts de fio paralelo 1,5- fita isolante- solda estanho- parafusos para madeira médios- 01 parafuso com porca e ruela (opcional)- 01 fonte de computador- terminais de fios (opcional)- 2 metros de arame fino- ganhos para parede (opcional)Usei uma resistencia velha de ducha eletronica termo system:Desenrolei e deixei bem esticada durante um dia:Usei um pedaço de ripa 3x2 de 1 metro e dois de 35 cmParafusei os menores nas extremidades do maior, formando uma letra H, com 25 cm para cima e 10 para baixo:Prendi ganchos nas partes inferiores internas de cada perna do H, que irá servir para ajudar a esticar a resistencia.Prendi uma arame em cada ganho e no meio usei um esticador para cercas, que irá regular a tensão.Em um dos lados na parte superior do H, fiz um pequeno furo para passar a resistencia e dei um nó, deixando um pedaço sobrando para fazer as ligações elétricas:Na outra extremidade, fiz um furo um pouco maior para passar um parafuso, o qual furei na ponta para passar e prender a resistência, e no outro lado ele fica preso com uma ruela e porca, que servirá para esticar a resistência, assim como afinar um violão.Desse lado usei outro conector para fazer a ligação elétrica a resistência, mas é possível apenas soldar o fio direto.Agora a parte elétrica:Uma Fonte de PCPara ligar a fonte é preciso fechar um curto nos fios verde e preto no conector maior (que liga a placa mãe do PC):Usei um pedaço de estanho, mais curto que esse da foto e depois isolei bem com fita. Agora a fonte liga direto na tomada. Se quiser é possível instalar uma chave lig./desl. ou usar uma fonte que já vem com chave atrás.Os dois fios paralelos de 1,5 são soldados as extremidades da resistência e presos na madeira até se juntarem em um dos lados do arco, como vc preferir:Depois que estiver com os dois fios passados e juntos, basta soldá-los a qualquer conector da fonte, usando o fio amarelo e o preto ( 12 Volts ). É uma tensão segura, não dá choque, não queima, e esquenta na medida para cortar o isopor.Estique bem a resistência, apertando o parfuso em cima e o esticador em baixo, vai ficar igual a uma corda de guitarra, ou um berimbal. Fica bem esticado mesmo e corta que é uma maravilha.Obs. Quanto menor o arco, maior será o calor, para esse tamanho de 1 metro, ficou na medida a tensão de 12 volts. Caso queira um maior ou menor, a fonte do PC também solta 24 e 5 volts. (fio azul e vermelho).Ele pronto: